<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754</id><updated>2011-04-21T20:44:00.927-07:00</updated><category term='Roy Scheider; Cinema'/><category term='Márcia Spézia; coelhinha; Playboy'/><category term='Poesia; Fernando Pessoa; Saudade'/><category term='Oscar 2008; O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias'/><category term='História do Cinema; Comédias Burlescas; O Garoto'/><category term='TV aberta; guerra pela audiência'/><category term='Jornalismo Interpretativo; Sensacionalismo; Folha on-line; Tendências'/><category term='Closer - Perto Demais; Mike Nichols'/><category term='Playboy; Edson Aran'/><category term='Cinema; Cabaret; Liza Minnelli; Joel Grey'/><category term='Fait Divers; Jornalismo'/><category term='Hizbollah; Líbano; Partido de Deus'/><category term='Idosos; mídia; AMAC; Pólo do Envelhecimento'/><category term='O Caderno Rosa de Lori Lamby; Hilda Hilst; Pornografia; erotismo'/><category term='Pão e Circo; Mídia e Massa'/><category term='Oscar 2008; lista de indicados'/><category term='Playboy; Letícia Carlos'/><category term='O homem e a escrita; era digital'/><category term='Televisão; Hollywood; sedução; estereótipo'/><category term='Windsurf; Dora Bria; Playboy'/><category term='Heath Ledger'/><title type='text'>A Janela</title><subtitle type='html'>"Posso não concordar com nenhuma das vossas palavras, mas defenderei até a morte o vosso direito de enunciá-las" - Voltaire

A Janela é onde se vislumbra o horizonte, ao mesmo tempo em que o corpo se volta ao passado. É o espaço que conjuga o pensamento com a mudança. É o saber.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>31</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-1358595355480577398</id><published>2008-03-04T08:14:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:54.594-08:00</updated><title type='text'>And the Oscar goes to...</title><content type='html'>por Raphael Paradella&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R811wrugosI/AAAAAAAAAGY/AFtDF6UYcmc/s1600-h/oscar-estatuetas-708055.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173921026150539970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R811wrugosI/AAAAAAAAAGY/AFtDF6UYcmc/s200/oscar-estatuetas-708055.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Noite de gala para o cinema mundial: o Oscar 2008. No último domingo, dia 24, a rede Globo transmitiu as premiações da festa da sétima arte. Para a apresentação: Maria Beltrão. Comentários: José Wilker. Lembranças: um comentário infeliz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“Os efeitos visuais são formas de esconder a falta de idéias”. A frase proferida logo após o anúncio do vencedor “A Bússola de Ouro” passou a impressão de desmerecimento da categoria em prol de outra, a de “direção de arte”. É estranho pensar que um ator, diretor, cinéfilo e crítico, não entenda ao certo a funcionalidade e a importância que as duas premiações assumem no contexto cinematográfico. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8119bugotI/AAAAAAAAAGg/GDnwnSWWFcc/s1600-h/Star%2520wars.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173921245193872082" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8119bugotI/AAAAAAAAAGg/GDnwnSWWFcc/s200/Star%2520wars.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Torna-se, então, necessárias algumas avaliações e associações de conceitos. Comecemos a relembrar do cinema em sua essência básica de representação do real. Outra concepção já mencionada é o título de 7ª arte a película, que como tal deve ser encarado como a expressão do artista, no caso a equipe de produção, perante algum fato concreto ou imaginário. Resumindo, o cinema é a arte que apresenta uma visão de mundo tangível ou não – a recriação do real. A partir disso temos a noção de que para o criador não existe barreiras que muitas vezes não se tornaram visíveis com apenas um jogo de luz, uma angulação bem feita, um enquadramento exato ou um boneco. Alguém pode até pensar que a famosa e clássica saga de George Lucas, “Star Wars” (não falamos, no caso das mais recentes gravações, mas sim, das primeiras versões), não é a “10ª maravilha do mundo”, mas é indispensável o reconhecimento de que uma mente criativa – logo, cheia de idéias – e um conjunto de efeitos visuais foram indispensáveis para a materialização de uma grande obra cinematográfica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R812GLugouI/AAAAAAAAAGo/nTv731eG2nw/s1600-h/senhor-dos-aneis-3-poster07%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173921395517727458" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R812GLugouI/AAAAAAAAAGo/nTv731eG2nw/s200/senhor-dos-aneis-3-poster07%5B1%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Neste ponto abrimos, então, mais uma lacuna para explicar o componente fundamental de qualquer efeito visual: as idéias. Platão, grande filósofo grego, ao escrever o “Mito da Caverna” explicitou a importância do homem inserido em um mundo escuro no qual as noções de realidade partiam de um imaginário, ou mais conhecido como mundo das idéias. A luz da realidade, segundo o mito, juntamente com as acepções imaginárias resultam no conhecimento do mundo. Assim, podemos traçar duas linhas de raciocínio nas quais as idéias “fantasiosas” do autor podem ser inseridas no campo abstrato de pensamento de Platão e os efeitos são os meios de transportar as idéias para o concreto. Para a conclusão deste pensamento temos um encontro entre essas duas diretrizes que é o cinema. Nisso, temos o exemplo do tão comentado “The Lord of the Rings” (O senhor dos Anéis). Vencedor de 11 estatuetas, o último filme da trilogia transpassa toda a criatividade do autor para a “realidade” cinematográfica por meio de vários efeitos especiais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R812MbugovI/AAAAAAAAAGw/OZrIbSozKZ8/s1600-h/titanic_ver2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173921502891909874" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R812MbugovI/AAAAAAAAAGw/OZrIbSozKZ8/s200/titanic_ver2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Titanic”, vencedor de 13 Oscars em 1997, adotou um uso diferenciado dos efeitos, ao retratar um caso histórico. Ou seja, para dar maior realidade às cenas da tragédia de 1912, a utilização dos recursos visuais foi de grande importância, não pela falta de idéias, mas como acréscimo das mesmas para a melhoria da qualidade da arte cinematográfica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter todos esses pensamentos em mente – matéria intelectual básica para qualquer apreciador da sétima arte – temos clara a percepção de que o comentarista da Rede Globo se portou de maneira infeliz. E que “esconder a falta de idéias” na verdade é a “adaptação das idéias”. Sendo assim, peço licença à Academia para criar mais uma categoria, a da “pérolas da falta de bom senso”. And the Oscar goes to... “José Wilker”, por comentários do Oscar. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-1358595355480577398?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/1358595355480577398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=1358595355480577398' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1358595355480577398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1358595355480577398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/03/and-oscar-goes-to.html' title='And the Oscar goes to...'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R811wrugosI/AAAAAAAAAGY/AFtDF6UYcmc/s72-c/oscar-estatuetas-708055.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-7275626031099427940</id><published>2008-03-03T04:05:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:58.493-08:00</updated><title type='text'>Saiu na mídia...</title><content type='html'>por Raphael Paradella&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Caros Leitores, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Acreditamos que, mais do que somente nossas críticas, vocês merecem ler matérias interessantes que saem nos veículos de comunicação. Pensando nisso, nosso blog traz a partir de hoje a coluna semanal "Saiu na mídia".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Para iniciar este trabalho, trazemos essa semana uma matéria divulgada na Revista Época (Edição: 510), de 25 de fevereiro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Att.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Blog Janela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;Ver o mundo é ter informação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;--------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;20 coisas que nos infernizam...e o que fazer para (tentar) resolvê-las&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seu computador, que já foi uma máquina, virou uma irremediável carroça? Você perdeu todos os seus arquivos e esqueceu de fazer back-up? A bateria do celular deixou você na mão bem no meio daquela ligação importantíssima? Você não consegue pregar o olho por culpa do alarme do carro do vizinho, que disparou no meio da madrugada? Você não está sozinho. Quem foi que disse que a tecnologia surgiu para facilitar nossas vidas? Segundo o historiador americano Edward Tenner, as empresas vendem uma ilusão tecnológica. Mas ela não passa disso mesmo, uma mera ilusão. Se a tecnologia existisse para resolver nossos problemas, como explicar que tanta gente se queixa de ter menos tempo livre hoje que no passado? Por que o encantamento provocado pela aquisição de um novo produto com freqüência é seguido por uma impressão desconfortável de dinheiro jogado fora – ou pela constatação de que uma necessidade foi resolvida, mas outra nova surgiu, e no balanço final o saldo foi mais uma dor de cabeça? Olhe para seu dia-a-dia e leve em conta o seguinte: há quase 40 anos o homem pôs os pés na lua. Mas ninguém ainda descobriu como fazer uma meia que não desfia, um esmalte que não descasca, um condicionador de ar que não deixa ninguém de cara amarrada ou uma bateria que ninguém precisa recarregar – ou jogar fora. As próximas páginas apresentam 20 dores de cabeça do moderno cotidiano tecnológico e sugestões para livrar-se delas ou minimizá-las – quando isso é possível, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vs75-dI_I/AAAAAAAAAD4/Ap-uC77Ix4E/s1600-h/0,,13460793,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173489110884361202" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vs75-dI_I/AAAAAAAAAD4/Ap-uC77Ix4E/s200/0,,13460793,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;1. PROGRAMAS QUE DÃO PAU: Quantas vezes seu computador “deu pau” e teve de ser reiniciado? Não existe software 100% infalível. Todos são instáveis. O motivo pode ser compreendido conhecendo a história do Windows, sistema operacional que faz funcionar a maior parte dos computadores domésticos do planeta. Ele sucedeu ao sistema operacional DOS, dos primeiros PCs, no início dos anos 80. O DOS começou com alguns milhares de linhas, mas, à medida que crescia a capacidade dos chips, aumentava a complexidade do programa. Como as cascas de uma cebola, cada nova versão era acrescida de dezenas de novas funções, dezenas de milhares de linhas de programação e milhares de possibilidades de conflitos. Mas, como produtos têm data de lançamento, os programadores vivem mergulhados numa corrida contra o tempo, tentando eliminar o maior número possível de bugs – uma tarefa inglória. O Windows XP, lançado em 2001, foi o primeiro software a romper a barreira dos 100 milhões de linhas. Quantos milhares de códigos conflituosos não se escondem nesse palheiro binário? Quantas brechas de segurança estão à espera de um hacker que as detecte? “Como o que vale para o Windows vale para toda a indústria de software, é impossível acreditar que um programa funcione perfeitamente em computadores com configurações diferentes”, diz Fernando Vanini, professor de Engenharia de Software da Unicamp.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: minimizar os problemas, baixando as atualizações assim que elas estiverem disponíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtRZ-dJBI/AAAAAAAAAEI/ELqRtnwsytQ/s1600-h/0,,13460785,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173489480251548690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtRZ-dJBI/AAAAAAAAAEI/ELqRtnwsytQ/s200/0,,13460785,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;2. SPAM: O termo spam, abreviação em inglês de “spiced ham” (presunto condimentado), era originalmente apenas uma marca de presunto enlatado. Numa comédia do grupo inglês Monty Python, vikings reunidos numa taberna pedem insistentemente: “Spam, Spam, Spam!”. E chovem latas de presunto. Algo semelhante acontece na internet. Os spams são aquelas mensagens eletrônicas com propaganda e correntes que não param de chegar ao e-mail. O lixo eletrônico que entope nossas caixas postais hoje responde por mais de 85% do tráfego mundial na rede. Dá para administrá-lo? Há diversos programas anti-spam. Eles analisam o conteúdo das mensagens no provedor, comparam os remetentes com listas mundiais de e-mails não-solicitados e exibem o resultado no monitor informando quais mensagens devem ser eliminadas. Mas nenhum é 100% eficaz. Sempre alguma mensagem importante acaba classificada como spam. Nem os filtros de serviços como Hotmail, Gmail e Yahoo escapam. É sempre bom verificar a caixa de spam para ter certeza de que nada daquilo que você estava esperando ansiosamente está prestes a ser deletado para todo o sempre.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: uma dica é criar duas contas de e-mail. Uma você fornece toda vez que for abrir algum cadastro. A outra você só dá para os amigos e contatos profissionais. Também não resolve 100%, mas ajuda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtmZ-dJCI/AAAAAAAAAEQ/EZIJSiD6Lto/s1600-h/0,,13460788,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173489841028801570" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtmZ-dJCI/AAAAAAAAAEQ/EZIJSiD6Lto/s200/0,,13460788,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;3. CENTRAL TELEFÔNICA: O atendimento telefônico foi considerado uma das maiores inovações no início do século passado. Já não era preciso se deslocar até a loja para reclamar de um produto defeituoso. Com a explosão do telemarketing nos anos 80, o serviço virou uma estratégia para as empresas evitarem o contato direto com o consumidor. No Orkut, a comunidade Eu Odeio Telemarketing tem 15 mil membros. A lista de queixas é extensa: a gravação eletrônica raramente oferece a solução para o problema e o atendimento personalizado demora. E os atendentes são mal preparados: usam o gerúndio em excesso e não oferecem informações precisas. De acordo com os analistas de mercado, o setor cresceu rápido demais e hoje emprega cerca de 1 milhão de pessoas. Parte delas sem formação adequada e incapaz de dar conta da clientela. SOLUÇÃO: o único jeito é, quando for possível, boicotar as empresas que não atendem bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtr5-dJDI/AAAAAAAAAEY/EgciMTBVzEw/s1600-h/0,,13460790,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173489935518082098" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vtr5-dJDI/AAAAAAAAAEY/EgciMTBVzEw/s200/0,,13460790,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;4. ATENDIMENTO BANCÁRIO: Os bilhões investidos em automação bancária na década de 90 prometiam maravilhas ao cliente. Menos tempo no caixa, menos tempo na fila e atendimento em casa pela internet. Dos mais de 36 bilhões de transações bancárias feitas no país em 2006, menos de 10% foram realizadas pela internet. Conclusão: as pessoas ainda querem ser atendidas por outras pessoas, e as filas não sumiram. A espera ainda é uma das razões por que os bancos estão entre os três setores campeões de reclamação dos consumidores. SOLUÇÃO: evitar dias de pagamento e horários de pico, como a hora de almoço. Em alguns municípios, a lei garante que quem espera mais de 20 minutos na fila em dias comuns e mais de 30 minutos em dias de pagamento do INSS pode exigir indenização. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuF5-dJEI/AAAAAAAAAEg/IsPUC9G0eWQ/s1600-h/0,,13460787,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173490382194680898" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuF5-dJEI/AAAAAAAAAEg/IsPUC9G0eWQ/s200/0,,13460787,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;5. CELULAR INCONVENIENTE: Eles facilitam a vida. Nos últimos anos, se transformaram em companheiros inseparáveis. Servem para baixar e ouvir músicas, jogar, acessar e-mails, tirar fotos, filmar e assistir a vídeos. Há no Brasil mais de 120 milhões de celulares. Metade dos seres humanos do mundo tem um celular. E nem todos são bem-educados. São comuns os toques esdrúxulos, aqueles que falam alto demais, alegando que a ligação está ruim (normalmente no elevador). Há até quem se orgulhe de usar a dança do créu como toque de celular.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: se alguém agir assim perto de você, reclame. Com educação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuL5-dJFI/AAAAAAAAAEo/W6XPBzHaKYw/s1600-h/0,,13460900,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173490485273896018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuL5-dJFI/AAAAAAAAAEo/W6XPBzHaKYw/s200/0,,13460900,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;6. MANUAIS TÉCNICOS CONFUSOS: O manual técnico de um aparelho vem com instruções claras para que ninguém erre nem na instalação nem no manuseio, certo? Errado. A letra é pequena. O texto é complicado e vem, em geral, com termos mal traduzidos. Mesmo em empresas grandes não há a prática de testar os manuais. “Assim como a indústria testa o produto, ela precisa dar um manual para um consumidor comum experimentar”, diz Maria Inês Dolci, da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. “Os manuais têm de ser escritos de forma que crianças de 12 anos os entendam.”&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: evite comprar produtos no exterior. Assim você lê as instruções em português e pode recorrer ao Código de Defesa do Consumidor do Brasil para se defender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vup5-dJHI/AAAAAAAAAE4/Pf9cpz6OP9c/s1600-h/0,,13460786,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173491000669971570" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vup5-dJHI/AAAAAAAAAE4/Pf9cpz6OP9c/s200/0,,13460786,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;7. PROFUSÃO DE SENHAS: Quem nunca esquece nomes de usuário e senhas de computador não é humano, é máquina. E as máquinas são impiedosas. O problema remonta à origem do sistema de senhas nos anos 60. Foi o jeito que os administradores dos antigos centros de processamento de dados deram para controlar o acesso aos grandes computadores. A lógica se manteve mesmo depois da disseminação dos micros. A multiplicação dos serviços que requerem senhas complicou nossa vida. Para piorar, as redes corporativas exigem a troca periódica das senhas. Apesar de saber que devemos memorizar a nova senha (e nunca anotá-la), a maioria das pessoas não faz uma coisa nem outra. Acaba barrada na rede, no site de e-mail ou no caixa eletrônico. Há quem prefira usar uma única senha fácil de lembrar em todos os serviços que usa. Sob o ponto de vista de segurança, é a pior decisão possível. Se essa senha for descoberta por um hacker, toda a privacidade vai desmoronar.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: quem disse que a tecnologia foi feita para facilitar nossa vida? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuiZ-dJGI/AAAAAAAAAEw/XqdjFnQMy68/s1600-h/0,,13460774,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173490871820952674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vuiZ-dJGI/AAAAAAAAAEw/XqdjFnQMy68/s200/0,,13460774,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;8. ESMALTE DESCASCADO: Os chineses coloriam as unhas com pastas para indicar posição social. Os egípcios usavam hena. As mulheres modernas usam esmalte, uma mistura de pigmentos e substâncias químicas capaz de dar brilho quando fixada às unhas. O costume de pintar as unhas é antigo, mas até hoje ninguém conseguiu resolver um problema básico: o esmalte descasca. Se a manicure não remover direito o hidratante usado para amolecer as cutículas, o esmalte acaba não entrando em contato com a superfície da unha e não fica bem fixado. Por isso, pode lascar. “Qualquer vestígio de água ou gordura faz o esmalte descascar”, diz Cléber Contente, gerente da empresa de cosméticos Impala.SOLUÇÃO: uma das novas tecnologias usadas pelos fabricantes adiciona proteínas da seda ao esmalte para formar uma camada mais uniforme sobre a unha. Outra opção é usar uma base feita com microesferas de cerâmica. Ela deixa a superfície da unha mais lisa e aumenta a fixação do esmalte. A L’Oréal pretende lançá-la em março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vvZ5-dJII/AAAAAAAAAFA/vnSz7M1aQqc/s1600-h/0,,13460784,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173491825303692418" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vvZ5-dJII/AAAAAAAAAFA/vnSz7M1aQqc/s200/0,,13460784,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;9. BROCA DE DENTISTA: Quando a broca do dentista foi inventada, no século XIX, ela não era movida pelo motorzinho barulhento. Funcionava a manivela. A broca foi sendo aprimorada para remover com mais precisão e menos dor o tecido do dente infectado por bactérias, conhecido como cárie. Até hoje, ela causa pavor. A remoção de uma cárie dói porque a broca acaba retirando não só a parte infectada, mas também um pouco do tecido sadio do dente. Parte do incômodo também é provocada pelo calor da rotação da broca. Além disso, a pressão do motor na boca gera uma sensação de desconforto. SOLUÇÃO: existem alguns tipos de gel que amolecem a cárie. O dentista só tem de raspar depois. E não há dor. Uma versão à base de papaína, uma substância da casca do mamão, foi patenteada pela dentista brasileira Sandra Kalil Bussadori. Um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais também desenvolveu uma broca que não gira. Sua ponta, de diamante sintético, vibra por ultra-som e permite atingir a cavidade dentária sem esmagar o tecido sensível do dente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vvf5-dJJI/AAAAAAAAAFI/yI66yZE9LLE/s1600-h/0,,13460789,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173491928382907538" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vvf5-dJJI/AAAAAAAAAFI/yI66yZE9LLE/s200/0,,13460789,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;10. EMBALAGENS PLÁSTICAS DÍFICEIS DE ABRIR: Cada vez mais produtos vêm embalados entre duas lâminas de plástico duro, cujas bordas são seladas. O efeito visual é bonito. A embalagem protege o produto dos choques durante o transporte, é reciclável e também serve, de acordo com Luciana Pellegrino, da Associação Brasileira de Embalagem, para que itens pequenos sejam mais difíceis de roubar. O problema é abrir a embalagem. A operação envolve tesouras, facas, canivetes, estiletes ou até os dentes – e é perigosa. Em 2004, aproximadamente 6.500 americanos foram internados depois de se ferir ao tentar abrir uma embalagem desse tipo.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: uma alternativa é a embalagem com papel-cartão no verso. Para trocar os equipamentos que embalam os produtos, os fabricantes repassariam o custo no preço. Outra saída é simplesmente esquecer a embalagem e amarrar os produtos às prateleiras com cabos de segurança para evitar os roubos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vv4J-dJKI/AAAAAAAAAFQ/tgKtDVnmsBo/s1600-h/0,,13460775,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173492344994735266" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vv4J-dJKI/AAAAAAAAAFQ/tgKtDVnmsBo/s200/0,,13460775,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;11. COMPUTADOR OBSOLETO: O Brasil já é o quinto mercado mundial de computadores. A classe emergente nacional faz fila para comprar seu primeiro PC. Mas as máquinas teimam em ficar obsoletas rapidamente. Por quê? A lógica da indústria de computadores é semelhante à das montadoras de carros. Ambas lançam novos produtos para nos fazer descartar os antigos. Essa estratégia, chamada obsolescência programada, foi criada na década de 20 por Alfred Sloan, então presidente da General Motors. Sloan decidiu seduzir os consumidores para que trocassem de carro com freqüência, apelando para a mudança anual de modelos, cores e acessórios. Em 1922, a GM assumiu a liderança do mercado, condição que ostenta até hoje. Bill Gates, o fundador da Microsoft, adotou a mesma fórmula nas atualizações do Windows e o fabricante de chips Intel usa o mesmo procedimento para lançar seus chips. Não é à toa que o livro de cabeceira de Gates é a autobiografia de Sloan.SOLUÇÃO: não há. O único remédio é comprar o melhor computador que seu bolso pode pagar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vv8p-dJLI/AAAAAAAAAFY/SrYAsOtoL8E/s1600-h/0,,13460783,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173492422304146610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vv8p-dJLI/AAAAAAAAAFY/SrYAsOtoL8E/s200/0,,13460783,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;12. RADAR DE TRÂNSITO: Inventado na Segunda Guerra Mundial, o radar começou a ser usado para detectar o excesso de velocidade nas estradas americanas já nos anos 50. O objetivo – nobre – era aumentar o poder de fiscalização da polícia. Ao realizar automaticamente o trabalho dos guardas de trânsito, os radares funcionam como um fator disciplinador para os motoristas e contribuem para reduzir o número de acidentes e de mortes. No Brasil, os radares estrearam na década de 90. O número de acidentes caiu 43% em apenas sete anos em São Paulo. Mas o radar também se tornou um estorvo para os motoristas. Só em São Paulo foram lavrados 2,8 milhões de multas automáticas por radar no ano passado. A única defesa dos motoristas contra as multas é recorrer a um detector de radar – o que é ilegal.SOLUÇÃO: a única solução real é respeitar os limites de velocidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;13. MEIA-CALÇA RASGADA: A meia-calça surgiu na Mesopotâmia há 2.200 anos, &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vwSZ-dJMI/AAAAAAAAAFg/LsMjCjgPWPE/s1600-h/0,,13460770,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173492795966301378" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vwSZ-dJMI/AAAAAAAAAFg/LsMjCjgPWPE/s200/0,,13460770,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;como forma de proteger soldados do frio e de facilitar a montaria. Hoje, as meias-calças modelam as pernas femininas e disfarçam imperfeições naturais, como varizes e manchas. Os fios são às vezes mais finos e delicados que cabelos. “Nove quilômetros de fios usados numa meia-calça pesam apenas 40 gramas”, afirma Ary Silva, gerente de controle de qualidade da Trifil. Resultado: o tecido costuma rasgar nos momentos mais inoportunos.SOLUÇÃO: a empresa Okamoto planeja lançar em 2010 meias feitas com um fio duas vezes mais resistente. É produzido por bichos-da-seda que receberam um gene de uma aranha cuja teia é mais forte que o aço. Outra inovação, do inventor Yoshiumi Hamada, é uma seda em spray, que dá às pernas a aparência de estar com meias. Ela ainda resolve outro inconveniente: o calor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vwXp-dJNI/AAAAAAAAAFo/Z1guvcFQsJA/s1600-h/0,,13460901,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173492886160614610" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vwXp-dJNI/AAAAAAAAAFo/Z1guvcFQsJA/s200/0,,13460901,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;14. ALARME DE CARRO: Os alarmes foram desenvolvidos para inibir o furto de veí&amp;shy;culos. Apesar disso, eles nunca deixaram de crescer, acompanhando a expansão da frota. Se não resolveram o problema do furto, os alarmes criaram outro. Costumam disparar na hora errada. Na madrugada acordam toda a vizinhança e o proprietário – ele não tem culpa, mas como não odiá-lo? – demora a aparecer. Dependendo da sensibilidade do alarme, basta esbarrar num carro para ele começar a berrar. Mesmo que amanhã acabassem os furtos de veículos, os alarmes continuariam disparando.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: se o alarme que disparou for o seu, abra o capô e desconecte os cabos da bateria – é mais fácil que procurar a caixa de fusíveis e o pino que desliga o alarme. Se o carro for dos outros, não há nada a fazer, senão esperar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;15. DETECTOR DE METAL: As portas que detectam metais existem em quase todas as agências bancárias. Elas impedem a entrada de gente armada e servem para aumentar a segurança de quem está lá dentro. Mas as portas raramente barram material bélico. Elas se tornaram especialistas em reter celulares, moedas, guarda-chuvas, brincos de prata e gargantilhas de ouro. Quem tenta atravessá-las é submetido a uma radiação eletromagnética que capta a presença de mais de 50 tipos de metal, principalmente os presentes na confecção de balas. Ao encontrar massa metálica em quantidade maior que a estabelecida pelo sistema, a porta trava. O sistema não é inteligente a ponto de identificar se o objeto é uma bala ou um cordão de ouro. A porta pode estar calibrada de forma a detectar até presenças mínimas de metal, insuficientes para fabricar uma bala, mas suficientes para forrar uma presilha de cabelo.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: os detectores de metal devem ser submetidos a calibragens constantes. “A revisão das portas deve ser feita diariamente”, diz Pedro Eugênio Lagos, da Ieco, fabricante gaúcha dessas portas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vw3p-dJOI/AAAAAAAAAFw/mgk1QoX4ReE/s1600-h/0,,13460771,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173493435916428514" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vw3p-dJOI/AAAAAAAAAFw/mgk1QoX4ReE/s200/0,,13460771,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;16. AR-CONDICIONADO DESREGULADO: O aparelho de ar condicionado foi inventado em 1902 pelo americano Willis Carrier. Seu objetivo era manter baixos os níveis de temperatura e umidade nas gráficas, onde o calor interferia nas condições do papel e da tinta. O primeiro prédio a adotar a novidade foi a Bolsa de Valores de Nova York. Isso catapultou o uso nos escritórios. Só foi possível disseminar as construções envidraçadas graças ao condicionamento de ar. Sem ele, seriam gigantescas estufas verticais. Problemas surgem quando o sistema fica desregulado e deixa as pessoas suando ou morrendo de frio.SOLUÇÃO: não existe. É impossível regular a temperatura para satisfazer a todos. Cada pessoa tem um termostato interno. O frio ou o calor em excesso é o preço a pagar pela vista panorâmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vw-J-dJPI/AAAAAAAAAF4/Zjo11DDSrjs/s1600-h/0,,13460899,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173493547585578226" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vw-J-dJPI/AAAAAAAAAF4/Zjo11DDSrjs/s200/0,,13460899,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;17. TELECONFERÊNCIA: A teleconferência é uma tecnologia que permite às empresas economizar milhões. Não é preciso pagar viagens para reunir vários funcionários. Mas são raras as vezes em que o som da ligação é cristalino, sem a interferência de ruídos. Outro problema comum é a conexão de um dos participantes cair no meio da reunião – isso quando não é a conferência inteira que desaba. Os aparelhos usam um sistema que desliga os microfones depois de um período de silêncio. Só que isso costuma cortar o início das frases quando alguém volta a falar. São comuns os ecos e repetições. SOLUÇÃO: nos sistemas atuais, nunca comece falando depressa. Há sistemas mais modernos que gravam digitalmente o início da frase e são capazes de recompô-la integralmente para todos os ouvintes. Às vezes, é melhor não fazer a reunião e resolver tudo por e-mail. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vxap-dJQI/AAAAAAAAAGA/YsrqIIzjtUU/s1600-h/0,,13460777,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173494037211849986" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vxap-dJQI/AAAAAAAAAGA/YsrqIIzjtUU/s200/0,,13460777,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;18. BATERIAS DE VIDA CURTA: Desde que foram inventadas por Alessandro Volta, em 1799, as pilhas e baterias pouco mudaram. O engenho humano foi capaz de pôr homens na Lua, mas ainda não conseguiu construir uma bateria que alimente o funcionamento contínuo de um laptop por mais de duas horas. As baterias são dispositivos que convertem energia química em elétrica por meio de reações entre seus componentes. Nas baterias recarregáveis, as reações podem ser repetidas um número limitado de vezes. E as cargas duram pouco. SOLUÇÃO: algum dia, baterias baseadas em hidrogênio terão autonomia maior. Mas essa tecnologia levará pelo menos uma década para ficar pronta. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) desenvolveram um processo para transmitir eletricidade sem fio de modo tão eficiente quanto uma tomada. “Não dá choque”, diz André Kurs, um brasileiro que integra a equipe. Ele espera ver a nova tecnologia no mercado no máximo em cinco anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vxhp-dJRI/AAAAAAAAAGI/iRr6EHPjtKQ/s1600-h/0,,13460792,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173494157470934290" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vxhp-dJRI/AAAAAAAAAGI/iRr6EHPjtKQ/s200/0,,13460792,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;19. TINTAS MAIS CARAS QUE A IMPRESSORA: Nunca se vendeu tanta impressora no Brasil. Foram 4,3 milhões de unidades em 2007 e a previsão para 2008 é de 5 milhões de unidades. Mas a satisfação de adquirir uma impressora nova e barata – há modelos na faixa de R$ 200 – acaba na hora em que o cartucho de tinta seca. Aí o consumidor se vê obrigado a gastar até R$ 1.400, dependendo do modelo do cartucho. O negócio dos fabricantes não é vender impressoras, mas cartuchos. É o mesmo modelo de negócio criado pelo americano King Gillette. Ele percebeu que seria lucrativo vender aparelhos de barbear a preço reduzido, obrigando os consumidores a pagar mais na hora de comprar as lâminas. Em 1903, a Gillette Company vendeu 51 barbeadores e 168 lâminas. Em 1915, foram 450 mil e 70 milhões, respectivamente.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: tente guardar os cartuchos usados para trocar na compra de um novo ou na hora da recarga. E só imprima o que for absolutamente necessário, de preferência em preto e branco. De quebra, ainda vai contribuir para derrubar menos árvores e para deter o aquecimento global. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vx3J-dJSI/AAAAAAAAAGQ/ceGdz40VLjQ/s1600-h/0,,13460791,00.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173494526838121762" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vx3J-dJSI/AAAAAAAAAGQ/ceGdz40VLjQ/s200/0,,13460791,00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;20. TELAS INSENSÍVEIS AO TOQUE: Ficou feliz com seu novo smartphone com tela sensível? Aproveite, porque ele dura pouco. A vida útil desses aparelhos é estimada em dois anos, e não há muito a fazer contra isso. As telas sensíveis ao toque têm uma espécie de malha de tecido entre o visor de cristal líquido e o plástico externo. São minúsculos filamentos verticais e horizontais que conduzem eletricidade. Quando o dedo ou a caneta encostam na tela, a eletricidade que corre sobre esse tecido se concentra num ponto só. O programa do aparelho interpreta esses toques. O problema é que esses fios são frágeis. E o esmalte que os protege não é tão resistente. Quando ele descasca, os fios se rompem e a tela perde a sensibilidade naquele ponto. A própria pressão dos dedos pode danificar a proteção. Outras ameaças são a umidade, presente no suor das mãos, e o ar salino do litoral. O plástico da tela, em tese, é impermeável às gotículas d’água. Ao longo do tempo, ele deixa a umidade passar para dentro do aparelho. A temperatura de um país tropical é um dos maiores inimigos dessa tecnologia. A capa protetora foi projetada para agüentar até 40 graus Celsius. “Dentro do carro ou exposto ao sol, o aparelho pode chegar a 70 graus”, diz João Zuffo, da Escola Politécnica da USP.&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: evite o sol e a umidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-7275626031099427940?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/7275626031099427940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=7275626031099427940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7275626031099427940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7275626031099427940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/03/saiu-na-mdia.html' title='Saiu na mídia...'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8vs75-dI_I/AAAAAAAAAD4/Ap-uC77Ix4E/s72-c/0,,13460793,00.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3147410862056557541</id><published>2008-03-01T08:53:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:58.610-08:00</updated><title type='text'>Nem sempre o que parece é...</title><content type='html'>Por Raphael Paradella&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8mL_J-dI-I/AAAAAAAAADw/zLERnA2_Zi0/s1600-h/beleza.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172819564137620450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="213" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8mL_J-dI-I/AAAAAAAAADw/zLERnA2_Zi0/s200/beleza.jpg" width="239" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“A primeira impressão é a que fica”. Todo mundo já ouviu esse ditado alguma vez na vida. Sem dúvida isso deve ser levado a sério no panorama empresarial contemporâneo, contudo devemos entender que neste aspecto não tratamos especificamente do quesito beleza, mas sim de uma boa apresentação. Algumas pesquisas comprovaram cientificamente que se uma pessoa é bonita tem mais chances no mercado de trabalho. Assim, caímos no dilema: o que importa mais, a competência ou a beleza?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a pesquisa, foram escolhidas, por exemplo, duas mulheres – uma bonita e outra com aparência normal – que foram treinadas para reagirem de maneira parecida, com o mesmo currículo e com roupas semelhantes. O estudo comprovou que o tratamento dado a cada uma delas foi diferenciado, dando vantagens à mulher mais bonita. Contudo o estudo não levou em consideração que a mais bonita foi maquiada e arrumada, enquanto a outra recebeu rugas e olheiras. Estes aspectos não estão ligados à beleza, mas sim uma boa aparência, afinal os pontos positivos de uma - como olhos verdes - foram ressaltados, enquanto a outra transmitia uma imagem de cansaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo corporativo está cada vez mais exigente e o profissional deve ser qualificado, ter uma ótima experiência profissional e formação superior. Contudo, ele precisa garantir uma boa impressão. Os gestores empresariais buscam cada dia mais pessoas agradáveis para se trabalhar, o que envolve personalidade e sem dúvida a imagem condizente com a realidade e os padrões comportamentais da empresa. Não adianta, por exemplo, uma mulher bonita ir trabalhar, ou para uma entrevista, com uma saia curta e um decote exagerado se essa postura não está em sintonia com a imagem que a empresa deseja passar. Podemos dizer que a imagem é um dos quesitos mais importantes, se não o mais, no mundo corporativo, e esse é composto de vários fatores, como a postura, a personalidade, a forma com que se fala, o cuidado consigo mesmo, uma apresentação adequada, a competência e um pouco de beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Consultora estética, Gláucia Santos, que participa do site &lt;a href="http://www.catho.com.br/" target="_blank"&gt;Catho Online&lt;/a&gt; (especializado em vida profissional), a imagem da pessoa funciona como um cartão de visitas. "Isso já começa no momento da entrevista de emprego, quando o candidato se apresenta ao selecionador. A forma como a pessoa se veste ou fala já diz muito sobre como ela é profissionalmente, então, é preciso manter uma boa imagem pessoal sempre!". Isso nos faz repensar um pouco a questão do ditado popular explicitado no início deste texto. Afinal, a primeira imagem é a que fica se a convivência não for tão cotidiana. Entendemos que realmente uma boa apresentação é um diferencial no mercado, contudo, se essa boa impressão não for mantida ou acrescida, a “primeira imagem” poderá dar lugar a um aspecto negativo, caso a imagem não seja condizente com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo tudo isso em vista, podemos concluir que as empresas cobram do profissional assim como o mercado cobra das empresas. Na disputa por novos mercados, a consolidação e manutenção permanente de uma imagem adequada na sociedade podem dar destaque e pontos positivos a uma organização, desde que esta esteja alinhada à realidade da instituição.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3147410862056557541?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3147410862056557541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3147410862056557541' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3147410862056557541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3147410862056557541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/03/nem-sempre-o-que-parece.html' title='Nem sempre o que parece é...'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R8mL_J-dI-I/AAAAAAAAADw/zLERnA2_Zi0/s72-c/beleza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-1879784239483915859</id><published>2008-02-16T03:17:00.000-08:00</published><updated>2008-02-16T03:41:18.634-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalismo Interpretativo; Sensacionalismo; Folha on-line; Tendências'/><title type='text'>Tendências do Jornalismo (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;“O Jornalismo será interpretativo, não por dar a interpretação feita, digerida, mas por permitir fazer essa interpretação a quem legitimamente deve fazê-la, que é o público”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                                              &lt;/span&gt;César &lt;/i&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Luís Aguiar&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=782655437866717754#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=782655437866717754#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://atuleirus.weblog.com.pt/arquivo/jornal.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://atuleirus.weblog.com.pt/arquivo/jornal.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Amparado pelo livro de Luiz Beltrão&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=782655437866717754#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; pretendo traçar neste post, de maneira breve, os caminhos pelos quais a imprensa tem se enveredado na atualidade. A apuração mecânica não resistiu ao tempo. Hoje não basta o jornalista oferecer simplesmente a informação crua, ele deve tratá-la a fim de que as pessoas se inclinem para recebê-la. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O repórter pode trabalhar seu texto sob três perspectivas: de modo vertical (intensivo), onde há um aprofundamento do fato, levantando uma hipótese que pode ser apresentada de maneira impositiva ou opinativa; de modo horizontal (extensiva), quando há a interpretação dos fatos, ou seja, o que interessa são as forças que atuam sobre o acontecimento; e de maneira sensacionalista, em que a sonegação de informações e fontes levam o receptor a conclusões óbvias e convenientes. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O advento tecnológico capacitou a massa junto à interpretação das informações, alargando a superfície de contato. As antigas teorias da comunicação, que pintam uma população surda, muda e cega, já não têm mais valia. Contudo, a entrada da globalização pode implicar na negação do jornalismo extensivo, pois o dinamismo diário poda o tempo necessário à interpretação dos fatos, logo muitos ainda insistem em um aprofundamento tendencioso, que leva ao receptor a conclusão dos fatos. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O Caminho natural seria o desapego da parcialidade na verticalização e o insentivo das técnicas horizontais, por mais que seja evidente que é impossível a construção de uma matéria totalmente imparcial, uma vez que cada repórter possui características que lhes são únicas. Mesmo que ainda existam pessoas “atomizadas” (e ainda existe), que funcionam no sentido estímulo-resposta, é evidente que o jornalismo interpretativo não seja um empecilho para estas absorverem a informação, uma vez que proliferam na sociedade líderes comunitários, seja no campo ideológico ou no núcleo familiar, que traduzem a linguagem recebida de acordo com os interesses de cada bloco da massa. Em outras palavras, alguns serão “alimentados” pela palavra de um padre ou um pastor, já outros vão depender da análise do William Bonner no Jornal Nacional. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ao folhear qualquer jornal diário logo se percebe que a grande maioria das reportagens apela para a interpretação, contudo, como foi visto ainda persistem a técnica vertical. A título de ilustração, escolhi uma matéria publicada pela &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u372324.shtml"&gt;Folha On-line&lt;/a&gt; para analisar e logo percebi tanto características de um modelo quanto do outro. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A matéria é uma reformulação do trabalho mecanizado das agências de notícias. Sobre as eleições parlamentares no Paquistão, o texto trabalha com um assunto “quente”, que implica em uma reorganização do valor ideológico, uma vez que estão em jogo as relações internacionais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;O primeiro bloco de matéria é o típico exemplo de jornalismo interpretativo. Há a documentação dos fatos: a eleição ocorrerá na segunda (18), pesquisas de opinião revelam a queda da força do partido de Pervez Musharraf e há apreensão por parte da população com o aumento da violência. Em suma, a conclusão é um exercício do público receptor, permitindo o feedback com a empresa jornalística, que é fundamental para o solidificação do veículo. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Já os desdobramentos da matéria estão recheados de conclusões unilaterais. O texto especula as atitudes do ditador, mesmo este tendo afirmado que as eleições ocorrerão no prazo estipulado e que estas serão justas e livres. Musharraf pode até estar mentindo, mas não foi apresentado nenhum documento que comprovasse a farsa, apenas foi levantada a opinião do ex-premiê, Nawaz Sharif, que são apenas opiniões.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A verticalização é uma técnica aceita, desde que construída sob responsabilidades, para que não se converta em um sensacionalismo barato, que vai contra todo o código de ética profissional. Por outro lado, é na extensividade que o repórter consegue crescer, pois deste modo ele entra em contato direto com a ala mais importante: o público. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;     &lt;div style=""&gt;&lt;hr align="left"  width="33%" style="font-size:78%;"&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div style="" id="ftn1"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=782655437866717754#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; AGUIAR, César Luís – Interpretación on &lt;st1:personname productid="la Prensa" st="on"&gt;la  Prensa&lt;/st1:personname&gt; – In Periodistas católicos – ano 5, n° 25- Abril, 1972 (Ed. Da UCLAP – Montevideo). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;div style="" id="ftn2"&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=782655437866717754#_ftnref2" name="_ftn2" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span&gt;B&lt;/span&gt;ELTRÃO&lt;/span&gt;, &lt;span style=""&gt;Luiz&lt;/span&gt;. &lt;span style=""&gt;Jornalismo Interpretativo&lt;/span&gt;: filosofia e técnica. Porto Alegre: Sulina,. 1976.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-1879784239483915859?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/1879784239483915859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=1879784239483915859' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1879784239483915859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1879784239483915859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/tendncias-do-jornalismo-por-luiz-otvio.html' title='Tendências do Jornalismo (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8228720060441677435</id><published>2008-02-15T06:18:00.000-08:00</published><updated>2008-02-16T03:16:43.253-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Poesia; Fernando Pessoa; Saudade'/><title type='text'>Saudade (Fernando Pessoa)</title><content type='html'>Hoje faço uma pausa em minhas postagens habituais para postar Fernando Pessoa, que melhor do que ninguém traduz meu estado de espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pitux.blog.simplesnet.pt/archive/saudade.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://pitux.blog.simplesnet.pt/archive/saudade.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SAUDADE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia a maioria de nós irá se separar.&lt;br /&gt;Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora,&lt;br /&gt;as descobertas que fizemos,&lt;br /&gt;dos sonhos que tivemos,&lt;br /&gt;dos tantos risos e momentos que compartilhamos.&lt;br /&gt;Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia,&lt;br /&gt;das vésperas de finais de semana,&lt;br /&gt;de finais de ano,&lt;br /&gt;enfim... do companheirismo vivido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.&lt;br /&gt;Hoje não tenho mais tanta certeza disso.&lt;br /&gt;Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino,&lt;br /&gt;ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez&lt;br /&gt;continuemos a nos encontrar quem sabe... nos e-mails trocados.&lt;br /&gt;Podemos nos telefonar conversar algumas bobagens...&lt;br /&gt;Aí os dias vão passar, meses... anos...&lt;br /&gt;até este contato tornar-se cada vez mais raro.&lt;br /&gt;Vamos nos perder no tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia nossos filhos&lt;br /&gt;verão aquelas fotografias e perguntarão,&lt;br /&gt;Quem são aquelas pessoas?&lt;br /&gt;Diremos...Que eram nossos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E... isso vai doer tanto!&lt;br /&gt;Foram meus amigos, foi com eles que vivi&lt;br /&gt;os melhores anos de minha vida!&lt;br /&gt;A saudade vai apertar bem dentro do peito.&lt;br /&gt;Vai dar uma vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente....&lt;br /&gt;Quando o nosso grupo estiver incompleto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos reuniremos para um ultimo adeus de um amigo.&lt;br /&gt;E entre lágrima nos abraçaremos.&lt;br /&gt;Faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, cada um vai para o seu lado&lt;br /&gt;para continuar a viver a sua vidinha isolada do passado.&lt;br /&gt;E nos perderemos no tempo....&lt;br /&gt;Por isso, fica aqui um pedido desta humilde amigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas&lt;br /&gt;adversidades seja a causa de grandes tempestades...&lt;br /&gt;Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem&lt;br /&gt;morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se&lt;br /&gt;morressem todos os meus amigos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fernando Pessoa&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8228720060441677435?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8228720060441677435/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8228720060441677435' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8228720060441677435'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8228720060441677435'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/saudade-fernando-pessoa.html' title='Saudade (Fernando Pessoa)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-2487033150395938714</id><published>2008-02-14T06:51:00.000-08:00</published><updated>2008-02-14T06:58:54.105-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Playboy; Edson Aran'/><title type='text'>ENTREVISTA EDSON ARAN (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.geracaobooks.com.br/releases/img/edson_aran2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.geracaobooks.com.br/releases/img/edson_aran2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editor da revista Playboy desde abril de 2006. Acumula passagens pela revista &lt;i style=""&gt;Sexy&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;VIP&lt;/i&gt;, além de ser autor de HQs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- O que o levou a ocupar o cargo de editor na Playboy?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ficou surpreso com o convite?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fiquei. Apesar de ter trabalhado na &lt;i style=""&gt;Vip&lt;/i&gt; por cinco anos, naquela época eu estava dirigindo a concorrente, &lt;i style=""&gt;Sexy&lt;/i&gt;, e é raro que a editora Abril busque profissionais na concorrência. Embora o trabalho na &lt;i style=""&gt;Sexy&lt;/i&gt; tenha sido muito bom, pois a revista ganhou vendagem e share, batendo três vezes a &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt; nas bancas (algo inédito na história das duas revistas), eu fiquei surpreso. Não esperava o convite. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- No início de sua gestão, qual foi a maior dificuldade que você teve para se adaptar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Não houve dificuldade, pois eu sempre tive a percepção de que a &lt;/span&gt;Playboy&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; e a &lt;i style=""&gt;Sexy &lt;/i&gt;eram revistas completamente diferentes, embora estivessem no mesmo segmento de mercado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Você tem uma larga experiência com HQs. Isto, de certa forma, ajudou na construção da nova identidade visual do veículo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Acho que não. A não ser pelo fato de que eu conheço bem os cartunistas da &lt;/span&gt;Playboy &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nos Estados Unidos. Foi por isso que publiquei Dirty Duck, Gahan Wilson e Aninha Bonita e Gostosa no &lt;i style=""&gt;Mundo de Playboy&lt;/i&gt;.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span class="a"&gt;-&lt;b style=""&gt; No Brasil, a Playboy não tem qualquer conotação negativa. Isso se deve à forma como o sexo e o erotismo são encarados?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Isso se deve à maneira como a Abril fez a revista nesses 32 anos. De fato, a &lt;/span&gt;Playboy &lt;/span&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;brasileira continuou (e continua) fiel à filosofia de Hugh Hefner. Basicamente o que Hefner prega é que a &lt;/span&gt;Playboy&lt;/span&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; não é uma revista de mulher pelada, mas sim uma revista de estilo de vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Você já se arrependeu de alguma produção? Achou o ensaio apelativo ou pornográfico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Nunca, porque eu jamais faria um ensaio apelativo ou pornográfico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Já vetou alguma foto considerada agressiva?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Já, claro, inúmeras. Se bem que, quando você tem um conteúdo jornalístico de qualidade, você ganha certa liberdade para ser mais ousado. Mas há um limite tênue, não-escrito, sobre até onde se deve ir. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- Como é feita a seleção de uma modelo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="margin-left: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Levamos em consideração o grau de exposição na mídia, a “gostosura” e o nosso Plano Operacional (no começo do ano montamos um plano que especifica valores de cachês, expectativa de venda e lucro presumido). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Qual estrela você gostaria de ter na capa, mas ainda reluta em assinar o contrato?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Uma dezena delas: Camila Pitanga, Ana Paula Arósio, Cléo Pires, etc. A lista é longa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- Apesar de o Brasil ser um país miscigenado, em toda história da Playboy apenas cinco mulheres negras estamparam a capa. O que explica esta disparidade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Porque apesar de o Brasil ser um país miscigenado, não existem muitas estrelas negras nas novelas e programas de TV. Quantas, de fato, têm papel de destaque? Muito poucas. Nós estamos muito longe de termos, no Brasil, atrizes ou cantoras negras com o destaque de uma Beyoncé ou de uma Halle Berry, por exemplo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Quais as diferenças entre a Playboy brasileira e a norte-americana?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A brasileira é melhor, tem mais peso editorial, entrevistas mais sólidas e é mais respeitada. Além disso, não é uma top shelf magazine, ou seja, é muito bem posicionada no centro da banca, enquanto a &lt;/span&gt;Playboy &lt;/span&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;nos Estados Unidos fica ao lado da &lt;i style=""&gt;Penthouse &lt;/i&gt;ou da &lt;i style=""&gt;Hustler&lt;/i&gt;. Como eu disse antes, isso acontece porque a publicação no Brasil é mais fiel aos princípios de Hefner do que a própria edição americana. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="a"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- Em média, qual o valor do cachê? Dá para comprar um bom apartamento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Varia muito, mas dá pra comprar algumas dezenas de Big Macs. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- A imprensa sensacionalista, que especula o cachê das modelos, ajuda ou atrapalha o andamento das negociações?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Atrapalha, mas não há o que fazer. Eles escrevem o que bem entendem, fazem jornalismo de ficção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Quais ensaios fotográficos marcaram época?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu, particularmente, gosto muito do ensaio da Adriane Galisteu na Grécia, que considero o melhor já feito pela revista. Também gosto das fotos de Mylla Christie e da matéria com Flávia Alessandra. O último já na minha gestão. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- Ao lado dos ensaios, a Playboy sempre foi conhecida pelas entrevistas. Nestes anos todos, quais foram as mais importantes? E o que mudou de 1975 para os dias de hoje?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Várias delas. Teve a primeira do FHC onde ele dizia que havia fumado maconha. A do Ayrton Senna. Um dos aspectos que resgatamos na &lt;/span&gt;Playboy&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; atual foi justamente a entrevista, que voltou a ter personagens de peso.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Como você define o leitor?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O leitor da &lt;/span&gt;Playboy&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; tem entre 25 e 35 anos, é urbano, de classe média e gosta das boas coisas que a vida oferece.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- É possível dizer que a censura contribuiu para o fortalecimento do conteúdo jornalístico da publicação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Acredito que não. O período de censura foi muito pequeno na história da revista. O bom conteúdo jornalístico se deve aos diretores de redação que conduziram à revista nesses 32 anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Por que o feminismo, no começo da trajetória da Playboy no Brasil, era o grande “medo” dos homens?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Não sei se era “medo”. O feminismo era um tema pertinente naquele momento e a revista refletia isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Quais desafios o homem atual enfrenta? O que ele anseia?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O desafio é ser bem sucedido na vida pessoal e profissional. Isso não mudou muito. Mudou o papel da mulher na sociedade, mas isso vem mudando ao longo de 5 décadas (estou usando como marco zero os anos 60, embora isso não seja muito preciso), então é uma acomodação natural. Na essência, mudou muito pouco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Quem comprava a revista na década de 80 e for comprar uma edição hoje, que diferenças serão notadas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Os textos ficaram menores e mais objetivos. O desenho gráfico evoluiu e mudou bastante. O tamanho da revista também mudou (perdeu altura), embora isso não seja perceptível numa olhadela apressada. Mas a revista, em essência, é a mesma. O mix de matérias é praticamente igual e a escolha das capas segue a mesma lógica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- Mesmo com o fim da censura em 1988, as edições de Carla Perez (Dezembro de 2000) e de Ariane Latuf (Abril de 2001) foram censuradas. O que explica isto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Desconheço essas histórias. Acho difícil que tenham sido censuradas, pois já não existia mais censura no país. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Qual é o papel do editorial?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Tudo é editorial, inclusive a escolha da modelo de capa, que também deve ser jornalística. Por exemplo: a capa com a bandeirinha Ana Paula é uma escolha jornalística e isso explica o êxito que obtivemos na vendagem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Como você define Mário Escobar de Andrade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Grande editor. Foi o cara que construiu os alicerces da &lt;/span&gt;Playboy &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;brasileira. A revista que ele fez é referência até hoje. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Na gestão de Juca Kfouri, estourava a crise econômica do governo Collor, o que dificultava contratar grandes estrelas. Como Playboy superou esta crise?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A crise foi do país, não da revista. Juca fez o melhor que pôde com o orçamento que tinha &lt;st1:personname productid="em m￣os. Contratou" st="on"&gt;em mãos.  Contratou&lt;/st1:personname&gt; bons profissionais e investiu no conteúdo jornalístico. Este é, aliás, o grande diferencial da &lt;/span&gt;Playboy&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;. A revista não se resume ao ensaio de capa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- A que se deve o sucesso de vendas alcançado por Ricardo A. Setti?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Em primeiro lugar à economia sem inflação e ao real forte. Em segundo, ao preço de capa (6 reais), muito mais baixo do que hoje &lt;st1:personname productid="em dia. Ele" st="on"&gt;em dia. Ele&lt;/st1:personname&gt; também teve a sorte de trabalhar com dois fenômenos pop simultâneos: a axé music (Sheilas etc) e as musas do Luciano Huck (Feiticeira, Tiazinha) etc. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;- A revista acabou perdendo a identidade na gestão de Cynthia de Almeida. Matérias sem profundidade e estrelas populares eram estampadas todos os meses. Em sua opinião, a que se deve este desgaste?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Naquela época se acreditava que a revista precisava se popularizar para sobreviver, pois havia uma percepção de que o público da &lt;/span&gt;Playboy&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; estava envelhecendo. Também há a questão do zeitgeist: as revistas que mais faziam sucesso na época eram as inglesas como &lt;i style=""&gt;Maxim&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;FHM&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Loaded&lt;/i&gt; (e, no Brasil, a &lt;i style=""&gt;VIP&lt;/i&gt; – a &lt;i style=""&gt;VIP&lt;/i&gt; daquela época, não a de agora). Essas revistas eram mais molecas, mais atrevidas e mais pop. A &lt;/span&gt;Playboy &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;passou a usá-las como referencial.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Rodrigo Velloso assumiu o cargo de editor, provisoriamente, com o intuito de recuperar o padrão. Ele foi bem sucedido no seu intento?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Rodrigo Velloso foi meu antecessor e também concorrente, já que na época eu estava na &lt;i style=""&gt;Sexy&lt;/i&gt;. Prefiro não comentar a gestão dele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- As regiões Norte e Centro-oeste são as que acumulam o menor número de leitores. Qual a explicação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Não tem segredo: baixa densidade populacional e baixo índice de leitura. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Há também um aumento no número de leitoras. Pode-se dizer que isto é um reflexo da superação da ascensão feminina?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Esse número ainda não é representativo. Menos de 10% dos leitores são mulheres. Esse índice permanece inalterado desde os anos 80. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- A importância da revista pode ser traduzida pelo número de peças publicitárias (cada anúncio de página inteira custa cerca de 90 mil reais). Qual o papel destes anunciantes?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Fundamental. A revista precisa também desta receita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Para encerrar, o que o leitor pode esperar daqui para frente?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em termos editoriais, a &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt; faz um movimento que é &lt;i style=""&gt;back to basics&lt;/i&gt;, ou seja, uma volta às grandes reportagens, bons textos, entrevistas sólidas, excelentes ensaios. Estamos mirando num leitor que gosta de ler e não apenas de ver as fotos, pois as imagens estão todas de graça na Internet e não há o que possamos fazer para impedir isso. A estratégia está dando certo. As vendas estão subindo depois de 5 anos de queda e o número de assinantes também. Criamos algumas edições temáticas que vão pontuar o ano: gastronomia (abril e novembro), música (setembro) e retrospectiva/humor (janeiro). Vamos ter pelo menos mais uma temática no ano que vem. O desenho da revista está mais moderno e maduro. Os especiais foram todos reformulados e a idéia é trabalhar em todos os segmentos do mercado: os especiais com fotos, os DVDs e os dois &lt;i style=""&gt;Mundo de Playboy&lt;/i&gt;, que são nossas edições premium. Se tudo correr bem até dezembro, vamos tentar ganhar mais páginas no ano que vem. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-2487033150395938714?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/2487033150395938714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=2487033150395938714' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2487033150395938714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2487033150395938714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/entrevista-edson-aran-por-luiz-otvio.html' title='ENTREVISTA EDSON ARAN (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-6483992222668288693</id><published>2008-02-13T02:46:00.000-08:00</published><updated>2008-02-13T03:01:40.367-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema; Cabaret; Liza Minnelli; Joel Grey'/><title type='text'>Do Baú das Traças: Um Cabaret Para Liza (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.rgj.com/blogs/film/uploaded_images/Liza-751878.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.rgj.com/blogs/film/uploaded_images/Liza-751878.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Bob Fosse vinha de um fracasso logo na sua estréia na direção. &lt;i style=""&gt;Charity Meu Amor&lt;/i&gt;, de 1969, não teve boa acolhida nem pelo grande público nem pelos críticos, apesar de alguns bons números musicais e do excelente desempenho de Shirley MacLaine. O próximo projeto tinha, então, a obrigatoriedade de alavancar bilheterias e comover o circuito da crítica, para que o diretor pudesse continuar ambicionando novos vôos. E foi exatamente o que aconteceu com &lt;i style=""&gt;Cabaret&lt;/i&gt;, de 1972, faturando 8 Oscars, incluindo melhor direção, melhor atriz (Liza Minnelli) e melhor ator coadjuvante (Joel Grey). &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O filme é ambientado na Berlim dos anos 30, quando estava em ascensão o regime nazista. A grande maioria das canções funciona como um olhar crítico ao movimento. No entanto, todos os conflitos ideológicos são relegados em segundo plano. Todos os personagens observam a barbárie nazista sem se envolverem de fato. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Logo nos créditos iniciais, enquanto aparecem os nomes de todo o elenco, escutamos o burburinho dos boêmios que começam a chegar ao cabaré &lt;i style=""&gt;Kit Kat Club.&lt;/i&gt; A expectativa só vai aumentando quando a câmera se afasta, focalizando um espelho que reflete os contornos disformes de todos os presentes. Eis que surge Joel Grey, o mestre-de-cerimônias, que aqui repete o mesmo papel que anos antes fizera na Broadway. A canção de abertura funciona como uma apresentação, a fim de expor junto ao público todas as peças do xadrez. Em um close, Grey encara a câmera e diz: “olá, estranho!”, numa clara alusão de que ali todos são aceitos, de comunistas a nazistas. No cabaré, assim como em uma sala de cinema, todos os problemas são deixados de lado. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Neste contexto, Liza Minnelli é Sally Bowles, uma decadente cantora americana, que se apresenta no &lt;i style=""&gt;Kit Kat Club. &lt;/i&gt;A primeira imagem de Sally se dá pela fresta de uma porta entreaberta, que justifica sua famosa frase, repetida várias vezes no longa: “sou a pessoa mais estranha e extraordinária”. A energia de Liza logo toma conta da tela. Entusiasmada, mal deixa espaço para o talento de Michael York, que dá vida a Brian, um estudante gay, que chega a Berlim para prestar doutorado.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Frustrada, Sally vive em um mundo de fantasias, esperando que algum agente lhe dê uma oportunidade no show business em troca de favores sexuais. Ignorada pelo pai, um diplomata americano, vive a mentira de ter um tutor importante e ocupado. Toda esta tensão é extravasada aos berros em frente a um conjunto de linhas férreas. Aqui mais uma alusão: o som do trem que abafa a dor de Sally é semelhante ao ódio nazista que mina o sonho judeu.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O primeiro número musical de Liza acontece no palco do &lt;i style=""&gt;Kit Kat Club&lt;/i&gt;. Aliás, todos os números musicais acontecem dentro do cabaré, com exceção de “Tomorrow Belongs to Me”, um arrepiante hino nazista encenado em um café ao ar livre. Cantando Mein Herr, que foi composta especialmente para o filme, a estrela brilha sobre a fotografia premiada de Geoffrey Unsworth. Privilegiando as sombras, apenas o rosto de Sally é iluminado, reforçando o magnetismo de suas expressões, enquanto as dançarinas são encobertas por um refletor vermelho. A platéia, por sua vez, é engolida pela escuridão, pois na verdade somos nós os freqüentadores do cabaré. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O fato é que o filme é todo de Liza Minelli. Ela brilha do primeiro instante ao minuto final. Filha de Vincente Minnelli e Judy Garland, ela seguiu os conselhos do pai, veterano em musicais, na composição de sua personagem: cortou os cabelos de forma inusual e carregando na maquiagem ao redor dos olhos, o que ressalta a força de sua expressão facial. Liza nasceu para ser Sally Bowles. Tanto é assim que depois de &lt;i style=""&gt;Cabaret&lt;/i&gt; a atriz nunca mais conseguiu se reinventar, incorporando a persona da cantora decadente. Em seus filmes seguintes sempre trazia alguma característica de Sally, ora a boca suja, que profere impropérios sem o menor pudor, ora o olhar arregalado que desperta curiosidade. &lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O filme tem uma cena linda. Sally, após tomar banho, seduz Brian. Este, porém, a evita. Ela não aceita o descaso e a indignação fica clara em seu rosto, afinal é uma mulher atraente que desperta o desejo de toda a platéia do &lt;i style=""&gt;Kit Kat Club&lt;/i&gt;. Impaciente, tenta de novo seduzí-lo, ao som do jazz vindo da vitrola, e é mais uma vez deixada de lado. A frustração só é desfeita quando descobre que Brian é gay. Neste momento, uma feição de alívio toma conta do seu rosto, contudo, o envolvimento dos dois é inevitável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Em uma trama paralela surgem Fritz Wender (Fritz Wepper) e Natalia Landauer (Marisa Berenson). Fritz é um caça-dotes alemão, que esconde sua origem judaica, no entanto, observa seus planos naufragarem ao se apaixonar pela milionária Natalia, que também é judia. Este enredo funciona a fim de costurar o clima nazista que permeia todo o filme. Para consumar seu amor Fritz precisa revelar sua identidade, tornando-se alvo do movimento. De um modo geral, o nazismo ainda era visto com ingenuidade pela população. Em determinado ponto do filme um personagem diz que aquele regime é um mal necessário, facilmente controlado, para combater os comunistas.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Após uma hora de projeção, a película perde o ritmo com a entrada em cena de Maximilian von Heune (Helmut Griem), um milionário bissexual que se envolve com Brian e Sally. O erro se deve a falta de expressividade de Griem, que destoa do afinado elenco. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O filme não mostra claramente o envolvimento entre Brian e Maximilian, até porque o homossexualismo era algo, praticamente, inexistente nas telas de cinema. Tudo é revelado por olhares e toques sutis, como na cena &lt;st1:personname productid="em que Brian" st="on"&gt;em que Brian&lt;/st1:personname&gt; segura a mão do milionário ao lhe acender o cigarro, ou quando aceita uma cigarreira de presente. O desfecho deste triângulo amoroso se dá em uma cena belíssima. Bêbados, os três se abraçam girando de maneira frenética. Os lábios dos três parecem querer se tocar, mas a câmera, sabiamente, interrompe o clímax, traduzindo uma realidade: Brian ama Heune, que ama Sally, que, por sua vez, não ama ninguém. Helmut Griem, no entanto, entra em cena tão abruptamente quanto desaparece. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;i style=""&gt;Cabaret&lt;/i&gt; termina de modo pessimista, em virtude do futuro nada animador. Sally não está preparada para assumir responsabilidades, afinal ela é “a pessoa mais estranha e extraordinária” e como um cabaré, sempre precisa de platéias novas, que venham aplaudí-la e bajulá-la. Em uma das últimas imagens Brian caminha em direção ao trem, que o levará de volta a Londres, enquanto Sally dá as costas caminhando em direção ao espetáculo. &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ficha Técnica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Título original: Cabaret. Direção: Bob Fosse. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:85%;"&gt;Roteiro: Jay Presson Allen. Intérpretes: Liza Minnelli, Joel Grey, Michael York, Fritz Wepper, Marisa Berenson, Helmut Griem, Helen Vita, Ralf Wolter, Gerd Vespermann. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Produção: Cy Feuer. Fotografia: Geoffrey Unsworth. Desenho de Produção: Rolf Zehetbauer. Direção de Arte: Hans Jürgen Kiebach. Figurino: Charlotte Flemming. Edição: David Bretherton&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-6483992222668288693?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/6483992222668288693/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=6483992222668288693' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6483992222668288693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6483992222668288693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/um-cabaret-para-liza-por-luiz-otvio-tal.html' title='Do Baú das Traças: Um Cabaret Para Liza (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-6312538282142709056</id><published>2008-02-12T06:34:00.000-08:00</published><updated>2008-02-12T06:45:54.646-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fait Divers; Jornalismo'/><title type='text'>O Vazio do Fait Divers (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pin20.weblogger.terra.com.br/img/jornalismo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://pin20.weblogger.terra.com.br/img/jornalismo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ele está presente em todas as capas de jornal. Às vezes em pequenas manchetes, perdidas entre as informações. Já chegou até mesmo ao jornalismo on-line, ocupando o espaço dedicado às últimas notícias. Agora mesmo eu estava navegando pelo site do jornal O Dia e a primeira notícia com que me deparo é a seguinte: “ladrão é pego após roubar duas vezes a mesma casa”. E esta característica não é exclusividade do ciberespaço e do jornalismo impresso. De Gil Gomes a Luis Datena, há tempos vem conquistando a televisão.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;O &lt;i style=""&gt;fait divers &lt;/i&gt;funciona como um romance do jornalismo; um gênero a parte. É o mecanismo utilizado para a publicação de acidentes e pequenos escândalos, sempre em tons sensacionalistas. Ao contrário dos fatos ligados a pessoas conhecidas ou a categorias próprias (saúde, educação, economia), que são informações que exigem um conhecimento prévio e que desencadeiam desdobramentos, o sensacionalismo trabalha unicamente com o universo externo de cada indivíduo, já que não é necessário cultura para absorvê-lo.&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Este tipo de articulação se dá quando há o confronto de, pelo menos, dois elementos de um fato. Esta relação pode ser fruto da causalidade, que une dois termos de uma história a fim de produzir espanto, em que a causa é sempre desviada de sua lógica. A notícia publicada hoje pela Folha Online ilustra bem esta situação: “homem é preso após assaltar rabino com arma de brinquedo em SP”. Neste caso a revelação é sempre mais pobre do que o pressuposto inicial. Espera-se que um bandido promova assaltos com armas de verdade. No entanto, a nota&lt;span class="tituloeditorialmaior"&gt; surte o efeito desejado pela existência de uma curiosidade inesperada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="tituloeditorialmaior"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A relação de coincidência também designa o sensacionalismo. O acaso existe em função da variação, logo uma repetição de acontecimentos sempre chama a atenção. A coincidência pode ser de relação numeral, como o exemplo citado logo no início deste texto ou quando revira a causalidade, contrapondo os termos, como uma espécie de antítese. &lt;/span&gt;Um bom exemplo é a notícia publicada hoje pelo jornal O Dia On-line: “&lt;span class="tituloeditorialmaior"&gt;enterro de mulher que morreu em academia será hoje”. O que se espera quando uma pessoa vai até a academia é que fique com as formas definidas ou, ao menos, com a saúde &lt;st1:personname productid="em dia. Pois" st="on"&gt;em dia. Pois&lt;/st1:personname&gt; foi justamente o contrário que aconteceu com a carioca Natasha Fabrini, de 35 anos, que morreu enquanto fazia ginástica localizada, segundo o repórter Marco Antônio Canosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="tituloeditorialmaior"&gt;O que se percebe é que esse tipo de jornalismo vem ganhando cada vez mais espaço. Embora considerado um exercício de mau gosto, ele tem apelo popular, uma vez que consegue atingir a massa atomizada, que vive desprendida de memória. Ao final de um &lt;i style=""&gt;fait divers&lt;/i&gt; permanecemos mudo, pois os fatos expostos desviam do conceito de cultura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-6312538282142709056?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/6312538282142709056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=6312538282142709056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6312538282142709056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6312538282142709056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/o-vazio-do-fait-divers-por-luiz-otvio.html' title='O Vazio do Fait Divers (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-2682754706153268028</id><published>2008-02-11T18:13:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T18:19:12.892-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Roy Scheider; Cinema'/><title type='text'>Adeus a Roy Scheider (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i.usatoday.net/life/_photos/2007/06/05/ronx.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://i.usatoday.net/life/_photos/2007/06/05/ronx.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;1971. Aquele ano foi marcado por uma revolução dentro do gênero policial. Até então o público estava acostumado com os filmes de estética &lt;i style=""&gt;noir&lt;/i&gt;, que se popularizou entre as décadas de 40 e 50. Com roteiros mirabolantes, este tipo de filme acabava por privilegiar o suspense em detrimento da ação. Eis então que surge, com apenas 36 anos, William Friedkin (&lt;i style=""&gt;O Exorcista&lt;/i&gt;), reinventando o gênero com &lt;i style=""&gt;Operação França&lt;/i&gt; (&lt;i style=""&gt;The French Connection&lt;/i&gt;). É claro que não se trata do primeiro filme policial a se destacar - antes disso Steve McQueen havia se popularizado com &lt;i style=""&gt;Bullit &lt;/i&gt;em 1968 – mas foi o primeiro a lançar uma fórmula, que passou a ser copiada nas películas seguintes: a da dupla de policiais. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Neste clássico a dupla é formada por ninguém menos do que Gene Hackman, mais explosivo do que nunca, e Roy Scheider, incorporando o policial que privilegia muito mais o cérebro do que a força física. “Popeye” Doyle (Hackman), chega a ser imprudente – uma atitude impensada acabou provocando a morte de seu antigo parceiro – e suas atitudes poderiam levá-lo em direção a novos erros se não fosse a sensatez de Buddy Russo (Scheider). O fato é que Gene Hackman merece todos os méritos pelo desempenho, que foi recompensado com o Oscar, mas se não fosse o apoio de Roy Scheider, acredito que esta fórmula nem chegaria a vingar. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;E é com lamento que, mais uma vez, faço uso deste espaço para homenagear um grande ator que se despede. Aos 75 anos, o americano de New Jersey, morreu hoje, deixando um respeitável legado para Hollywood. Indicado ao Oscar por &lt;i style=""&gt;Operação Franca&lt;/i&gt; e por &lt;i style=""&gt;All That Jazz&lt;/i&gt;, interpretando a persona de Bob Fosse, Roy será sempre lembrado como o oceanógrafo de &lt;i style=""&gt;Tubarão&lt;/i&gt;, filme que abriu portas para uma grande onda de blockbusters.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Era o típico ator coadjuvante. Apesar dos pequenos papéis, na maioria das vezes, sempre encontrava uma fresta para brilhar. Foi assim em &lt;i style=""&gt;Maratona da Morte &lt;/i&gt;e &lt;st1:personname productid="em A Casa" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;A Casa&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style=""&gt; da Rússia. &lt;/i&gt;Ultimamente se dedicava aos seriados e a manifestações contra o governo norte-americano. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-2682754706153268028?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/2682754706153268028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=2682754706153268028' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2682754706153268028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2682754706153268028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/adeus-roy-scheider.html' title='Adeus a Roy Scheider (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8651568051363305484</id><published>2008-02-11T04:06:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:51:49.938-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hizbollah; Líbano; Partido de Deus'/><title type='text'>O Partido de Deus (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.lebanonlinks.com/ia/hizbollah.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.lebanonlinks.com/ia/hizbollah.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; O Partido de Deus é um movimento de resistência que lançou programas de saúde e bem-estar social em seu país, abriu escolas, e começou a olhar para além dos limites da política, criando um movimento de caráter nacional. O partido conta com a força de um jovem na liderança que já conseguiu construir uma boa reputação por sua honestidade e capacidade de planejamento estratégico. O reflexo é o aumento estrondoso de popularidade junto à população, ao ponto de ser saudado como o partido da salvação nacional. Tanto apoio fez com que ganhasse voz no governo e no ano 2000 obteve 12 cadeiras parlamentares nas eleições legislativas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;       &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;A história acima é uma das mais gloriosas a não ser por um detalhe: o tal Partido de Deus nada mais é do que o movimento “terrorista” Hizbollah. O nome é uma associação das palavras Hizbu (partido) e Allah (Deus). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-size:130%;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="font-family: times new roman;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;Terrorista está grafado entre aspas porque a questão não é bem essa. A imprensa brasileira, talvez influenciada pela norte-americana, vem estereotipando o movimento exclusivamente como terrorista. Este aspecto vem da necessidade de definir o “bem” e o “mal” dos conflitos, encontrando assim um responsável por toda a frustração e destruição. O papel de bode expiatório da imprensa cabe, então, à força de resistência libanesa. Esquece-se assim todo um histórico de construção nacional através de apoio social e representação política.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;O Líbano é sempre visto como o responsável por toda onde de baixas civis, destruição de hospitais e escolas de acordo com os jornais. A afirmativa sugere que os ataques vindos de Israel ou até mesmo das forças armadas americanas não matam pessoas inocentes ou atentam quanto o patrimônio dos países &lt;st1:personname productid="em conflito. Isto" st="on"&gt;em conflito. Isto&lt;/st1:personname&gt; se deve ao fato de que Hizbollah ou Hamas são para a grande maioria grupos fundamentalistas radicais, ao contrário da estrutura sólida do Estado presente em países como Israel e EUA. Tido como radicais, estes grupos não têm o direito de lutar por suas causas e nem mesmo contra a ocupação estrangeira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;A manipulação da mídia em geral é claramente percebida sem precisar de muita pesquisa. Ao colher opiniões junto ao público universitário (teoricamente mais informado), a maioria dos entrevistados responderam que Hizbollah nada mais é do que um movimento terrorista. De cada dez pessoas abordadas, apenas duas lembrava-se do caráter social e político do movimento. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;“A primeira coisa que me vem à mente quando ouço a palavra Hizbollah é terrorismo” diz Iara Nascimento, estudante de 24 anos. Já Carolina São José, 20 anos, na contramão da maioria das pessoas, diz que é uma pena o tratamento que a mídia dá ao grupo, uma vez que há todo um trabalho social por trás.&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;Uma pena tanto descaso. Esta atitude só exacerba o comportamento passivo do país frente às grandes potências. Enquanto crianças morrem e cegam-se os olhos, vão se maquiando e modelando as informações para que adquiram o contorno a fim de atender as necessidades capitalistas dos impérios dominantes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=";font-size:130%;color:black;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://i15.tinypic.com/2yv9jc8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://i15.tinypic.com/2yv9jc8.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:black;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;O Hizbollah foi fundado no Líbano em 1982 em resposta as constantes invasões&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt; de Israel. Hoje conta c&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;om&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt; uma facção política e outra armada, conhecida como resistência Islâmica. A primeira grande vitória do grupo islâmico aconteceu em 2000 além das cadeiras no parlamento, conseguiu expulsar, depois de duas décadas de ocupação, o exército de Israel da região sul do Líbano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;O movimento é apoiado, tanto política quanto economicamente, pelo Irã, além de manter uma boa relação c&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt;om a Síria e contar com fundos próprios, inclusive com empresas. Seu jovem líder é o xeque Sayyed Hassan Nasrallah, que é ovacionado por grande parte da população, além de encontrar adeptos pelo mundo todo que não&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-size:130%;" &gt; hesitam em levantar seu retrato e faixas em atitude de protesto e apoio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left; font-family: times new roman;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 26.95pt; line-height: 150%; text-align: left;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Além da milícia e do partido político, o Hizbollah mantém uma rede de hospitais, escolas e orfanatos e ainda uma emissora de TV. Tem 14 cadeiras (devido às últimas eleições legislativas, realizada em junho de 2005) entre as 128 do Parlamento libanês; seu eleitorado lhe permitiria ter pelo menos o dobro disso, mas o grupo faz campanha também para outros partidos.&lt;/span&gt;&lt;tt&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/tt&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8651568051363305484?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8651568051363305484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8651568051363305484' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8651568051363305484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8651568051363305484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/o-partido-de-deus-por-luiz-otvio-tal.html' title='O Partido de Deus (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i15.tinypic.com/2yv9jc8_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-2737755187257502297</id><published>2008-02-10T07:40:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:53:10.824-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idosos; mídia; AMAC; Pólo do Envelhecimento'/><title type='text'>Da coxia ao camarim: nos bastidores do espetáculo do tempo (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left; font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;“Você acha que nós estamos enganando a natureza? Do jeito que ela tem nos tratado, não me importo de enganá-la um pouco”. Benjamin Luckett – Cocoon&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="Wilford Brimley no set de Cocoon: inconformismo na terceira idade. (Foto: Divulgação)" alt="Wilford Brimley no set de Cocoon: inconformismo na terceira idade. (Foto: Divulgação)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/3/photos/4/1200x120/7/Cocoon6.jpg?et=a7ly1VbDTSCxbXI7WYvn6g" align="left" border="0" hspace="3" vspace="3" /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O inconformismo do personagem, vivido pelo ator Wilford Brimley, está cada vez mais em evidência nos dias atuais. No filme, Benjamin tenta driblar o envelhecimento ao ser convencido, por um grupo de extraterrestres, a passar uma temporada no espaço sideral. Ficção à parte, mesmo com os meios de comunicação divulgando ideais de comportamento, os idosos hoje pensariam duas vezes antes de aceitar uma proposta dessas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a integrante do núcleo de atividades da Associação Municipal de Apoio Comunitário (&lt;a href="http://www.amac.pjf.mg.gov.br/" target="_blank"&gt;AMAC&lt;/a&gt;), em Juiz de Fora, Ivanilda de Souza, a velhice é apenas um estado de espírito. “Às vezes vejo senhoras que estão doentes em cima de uma cama porque se entregaram. Antigamente as vovós ficavam só fazendo crochê na poltrona e hoje em dia não. Todos estão muito ativos. Estou com 74 anos, mas não me sinto velha”.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Uma realidade idosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos dias atuais, os &lt;a href="http://www.extra.ufjf.br/atualiza/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1175&amp;amp;Itemid=2" target="_blank"&gt;meios de comunicação&lt;/a&gt; desempenham um papel fundamental na construção da imagem social. Por meio da TV, do teatro e do cinema, mensagens são emitidas a todo o momento, alterando o modo pelo qual as pessoas se relacionam, podendo criar, às vezes, um abismo entre gerações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o censo realizado no ano 2000 pelo &lt;a href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/25072002pidoso.shtm" target="_blank"&gt;IBGE&lt;/a&gt;, cerca de 15 milhões de pess&lt;img title="Idosos assistem peça de teatro no Pólo: 10% da população no Brasil está na faixa dos 60 anos. (Foto: Raphael Carvalho) " alt="Idosos assistem peça de teatro no Pólo: 10% da população no Brasil está na faixa dos 60 anos. (Foto: Raphael Carvalho) " src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/4/photos/4/1200x120/2/PA310011.JPG?et=V7qgvuub3hf5FqRDIaORug" align="right" border="0" hspace="3" vspace="3" /&gt;oas no Brasil já estavam na faixa etária dos 60 anos, o equivalente a 8,6 % do total da população. Hoje este número já está na casa dos 10%. Ainda assim, esse contingente, na maioria das vezes, revela um tratamento estereotipado por parte da mídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, ainda segundo o IBGE, os centenários no Brasil, que somavam mais 13 mil em 1991, ultrapassaram a casa das 24 mil pessoas no ano 2000, ou seja, um aumento de 77%. Assim, apesar de toda uma cultura de valorização da juventude, se percebe que a realidade está mudando de cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pensando a sociedade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a assistente social da &lt;a href="http://www.polo.ufjf.br/" target="_blank"&gt;Casa de Cultura Centro Geracional Pólo Interdisciplinar na Área do Envelhecimento&lt;/a&gt;, Josimara Delgado, mesmo com o aumento da população idosa ainda é difícil encarar a velhice. “Envelhecer é uma coisa complicada, porque a juventude é um valor muito forte dentro da sociedade e a gente sabe que a idade ainda acarreta em um desligamento das redes de participação social das pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img title="Maria José Sinhoroto: a mídia deve ser usada como uma arma. (Foto: Raphael Carvalho)" alt="Maria José Sinhoroto: a mídia deve ser usada como uma arma. (Foto: Raphael Carvalho)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/4/photos/4/1200x120/3/PA260072.JPG?et=ihKQvSkwpHc2X9yuDP2cHA" align="left" border="0" height="120" hspace="3" vspace="3" width="160" /&gt;O problema se agrava quando se percebe a escassez de obras cinematográficas ou teatrais, que tratem a terceira idade como tema central. Geralmente, o idoso representa o papel de menor destaque nas produções, muitas vezes abordado de maneira caricata e restrita. A coordenadora executiva da AMAC, Maria José Sinhoroto, acredita que os meios de comunicação são armas úteis na divulgação do respeito, contudo, ela entende que a ferramenta tem sido pouco usada neste sentido. “A mídia continua a discutir pouco a questão da terceira idade. É preciso pensar na necessidade de se divulgar permanentemente, porque a mídia é um aliado. É através de um rádio, por exemplo, que vai chegar ao idoso lá da periferia, que não sabe ler, a informação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é preciso também encarar com o espírito crítico os poucos espaços que se abrem com o objetivo de repercutir a questão do idoso. Até mesmo a opinião de especialistas deve ser encarada com ressalvas, como explica &lt;a title="Acesse aqui o áudio da entrevista." href="http://hipermidia.multiply.com/video/item/14/Josimara_Delgado.wma" target="_blank"&gt;Josimara Delgado&lt;/a&gt;. “Todas as imagens sociais que se pretendem universais não estão inócuas. Ao mesmo tempo em que elas protegem o idoso, criam um sujeito social. Neste sentido, o termo terceira idade é uma invenção”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O teatro dos vampiros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://www.teatrobrasileiro.com.br/" target="_blank"&gt;teatro &lt;/a&gt;comercial ainda é um meio de comunicação restrito à elite. Sua estrutura demanda muitos investimentos, o que encarece o preço dos bilhetes. Contudo, a produção de peças no Brasil permanece muito ativa. Em termos comparativos, basta perceber que o número de espetáculos em cartaz é comprovadamente maior do que o número de filmes nacionais nos cinemas. Ainda assim, as tramas refletem pouco os problemas da terceira idade, como conta o responsável pela oficina de teatro do Centro de Convivência da AMAC, &lt;a title="Veja uma dinâmica da oficina de Marcelo Jardim." href="http://hipermidia.multiply.com/video/item/12/Filme.wmv" target="_blank"&gt;Marcelo Jardim&lt;/a&gt;. “No teatro em geral, os idosos não têm muito espaço. O teatro profissional segue a mesma linha da televisão. Eu quase não vejo idoso no elenco de uma peça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O teatro educativo ou pedagógico é a saída para este problema. Para a terceira ida&lt;img title="Fim das atividades: a oficina da AMAC conta com elementos da psicoterapia. (Foto: Luiz Otávio)" alt="Fim das atividades: a oficina da AMAC conta com elementos da psicoterapia. (Foto: Luiz Otávio)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/8/photos/4/1200x120/1/IMAG0096.JPG?et=9MpTDR2oYUk2Udbewxqclw" align="right" border="0" height="186" hspace="3" vspace="3" width="139" /&gt;de, estas oficinas funcionam como uma terapia. Por meio do teatro é possível desenvolver a memória e aprimorar as atividades motoras, que são fundamentais para o bem-estar. A oficina da AMAC, em particular, conta também com os princípios da psicoterapia. Formado em psicologia, Marcelo conjuga o ator e o terapeuta para extrair um melhor desempenho de seus alunos. “É uma idade que tem limitações, contudo eu não tenho do que reclamar. Eles têm uma generosidade muito grande em relação à arte”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos idosos que procura o teatro já traz o desejo pela arte desde a infância. Como na década de 30 era quase impossível seguir carreira, eles acabavam abandonando o sonho. Outros procuram o Centro de Convivência para conseguir superar algum trauma. Ilda Paiva, de 77 anos, chegou à oficina após perder a filha. “Vim para AMAC lá embaixo. Perdi uma filha de 39 anos e não foi fácil, mas hoje eu sou outra pessoa. Tenho uma vida ativa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cinema, aspirinas e urubus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema, ao contrário do teatro, oferece preços mais acessíveis. No entanto, a grande maioria dos idosos não se sente confortável devido à longa duração dos filmes ou, então, têm dificuldades em se locomover até as salas, que não costumam oferecer acomodações adequadas. Este desinteresse, por parte dos idosos, só tende a aumentar, na medida em que cada vez menos se vêm retratados na telona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O papel do cinema tem um impacto muito grande na sociedade, contudo, no Brasil este papel ainda é pequeno. Há poucos filmes sendo produzidos, se comparado à indústria americana, e os que chegam ao mercado dificilmente conseguem se firmar frente à política das &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u67326.shtml" target="_blank"&gt;salas de cinema&lt;/a&gt; no país, que valoriza muito mais o produto importado. Ministrando a disciplina Documentário em TV pela faculdade de &lt;a href="http://www.facom.ufjf.br/" target="_blank"&gt;Comunicação Social da UFJF&lt;/a&gt;, &lt;a title="Acesse aqui o áudio da entrevista." href="http://hipermidia.multiply.com/video/item/13/Cristiano_Rodrigues.wma" target="_blank"&gt;Cristiano Rodrigues&lt;/a&gt;&lt;img title="Maria Helena: desinteresse pelo cinema. (Foto: Raphael Carvalho)" alt="Maria Helena: desinteresse pelo cinema. (Foto: Raphael Carvalho)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/6/photos/4/1200x120/4/PA310002.JPG?et=VXyBj1Ee9gj8E5ciw94rcw" align="left" border="0" height="137" hspace="3" vspace="3" width="101" /&gt;erença. “Até houve um avanço neste sentido, porém o idoso, na maioria das situações, é pouco discutido e quase nunca mostrado. Enfim, em determinadas questões ele está completamente invisível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto descaso afasta os idosos em torno da discussão. Aluna do Pólo desde 2000, Maria Helena de Carvalho, de 68 anos, admite não se interessar pelo cinema. “Sobre filmes eu não posso comentar, porque francamente não os vejo nem em casa e nem nas salas de cinema”. Já o membro do grupo Teatro Alternativo da AMAC, Jorge Mizael, de 77 anos, se afastou do cinema por outros motivos. “Eu gosto mais dos filmes antigos com Ginger Rogers e Gene Kelly. Hoje o cinema mostra muita violência e preconceito, ensinando quem assiste a agir da mesma forma”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus (apareça na televisão)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.teleco.com.br/nrtv.asp" target="_blank"&gt;TV no Brasil&lt;/a&gt; é, comprovadamente, o veículo de comunicação que funciona como referência no dia-a-dia das famílias, tendo uma influência tremenda em cima de tudo o que transmite. De acordo com o Ministério da Educação, o número de domicílios com TV, no país, mais que dobrou entre os anos de 1982 a 1995. Eram cerca de 15 milhões e hoje este número já ultrapassa a casa dos 34 milhões de domicílios. É aj&lt;img title="Christina Musse: terceira idade ganha contornos de folclore na telinha. (Foto: Raphael Carvalho)" alt="Christina Musse: terceira idade ganha contornos de folclore na telinha. (Foto: Raphael Carvalho)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/4/photos/4/1200x120/5/PA270096.JPG?et=pDRPUifjMy9OLFrYwvr6Wg" align="right" border="0" height="156" hspace="3" vspace="3" width="118" /&gt;udado pela televisão que as pessoas vão construindo seus valores próprios. Ela tem tanto importância na educação, quanto na questão do entretenimento. No entanto, uma discussão importante como à situação dos idosos é deixada de lado, na maioria das vezes. As inserções sobre o envelhecimento são escassas e se fazem de tempos em tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a professora Christina Musse, do departamento de rádio e TV da faculdade de Comunicação Social da UFJF, a terceira idade ganha contornos de folclore na telinha. “Acredito que a TV ainda trate de uma forma um pouco mítica a questão do idoso, ou seja, ou a pessoa da terceira idade é apresentada como aquela que já está sem vida produtiva, ou de uma forma política, com a imagem do avô e da avó de uma cidade pequena”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta influência exercida pela TV é logo percebida quando levantada à questão junto aos alunos dos dois núcleos em Juiz de Fora. Quase todos os idosos entrevistados citaram a novela de Manoel Carlos, “Mulheres Apaixonadas”, como exemplo a ser seguido. Há sete anos no Pólo, a professora aposentada Itamar Cerqueira, de 64 anos, está desacreditada no papel da TV. “A maioria das novelas é hipócrita. Elas não tratam o envelhecimento com naturalidade. Endeusam a juventude e o físico”. Já para dona Ivanilda, da oficina da AMAC, a novela é uma válvula de escape. “Eu admiro muito as novelas. Elas tratam da realidade, porque nossa vida é um teatro. Tem muitas coisas que a gente vê, pensando que é mentira, mas no fundo sabemos que é real”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os caminhos para a inclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que os meios de comunicação, de um modo geral, não contribuem para a construção social. Como veículos mediadores eles deveriam mostrar a diversidade das pessoas, construindo um mosaico de pensamentos. Hoje, cada grupo social tem suas peculiaridades, assim estes veículos teriam que dar cabo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assistente social do Pólo do Envelhecimento, Josimara Delgado, acredita que a melhor forma d&lt;img title="Josimara Delgado: inclusão por meio das políticas sociais. (Foto: Luiz Otávio)" alt="Josimara Delgado: inclusão por meio das políticas sociais. (Foto: Luiz Otávio)" src="http://images.hipermidia.multiply.com/image/4/photos/4/1200x120/6/PA290006.JPG?et=I%2B2ga0Uce9pBsP4BQSQ3qA" align="left" border="0" height="118" hspace="3" vspace="3" width="148" /&gt;e se conseguir a inclusão é por meio das políticas sociais. “É muito difícil travar esta questão nos meios de comunicação, mas eu acho que devemos divulgar mais e promover mais cursos e palestras acerca do envelhecimento como uma coisa mais complexa do que vem sendo tratada. Trazer a imagem real do idoso para o centro das discussões”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, a coordenadora executiva da AMAC, &lt;a title="Acesse aqui o áudio da entrevista." href="http://hipermidia.multiply.com/video/item/15" target="_blank"&gt;Maria José Sinhoroto&lt;/a&gt;, diz que para começar a promover a inclusão temos que, de maneira individual, encarar a realidade em nossa volta. “É feio usar o termo velho, mas é uma palavra recorrente, pois todos nós vamos ficar velhos um dia. Seja envelhecimento, idoso, terceira idade ou o nome que for, sempre devemos tratar a questão com respeito”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-2737755187257502297?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/2737755187257502297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=2737755187257502297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2737755187257502297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/2737755187257502297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/da-coxia-ao-camarim-nos-bastidores-do.html' title='Da coxia ao camarim: nos bastidores do espetáculo do tempo (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-5184076189879505941</id><published>2008-02-09T13:03:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:53:54.332-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='História do Cinema; Comédias Burlescas; O Garoto'/><title type='text'>A História do Cinema - Parte I (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.milanonotte.it/images/Cinema/Cinema.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.milanonotte.it/images/Cinema/Cinema.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de merecidas férias, estou de volta ao blog. E aproveito a oportunidade para estrear uma nova coluna a fim de discutir as principais escolas cinematográficas. Contrariando as cartilhas, vou me pautar em discutir filmes importantes de cada período e assim ilustrar as características de cada movimento. O intuito não é entrar nos pormenores de cada momento, mas sim estabelecer uma visão mais objetiva do processo. Elegendo obras importantes o cinéfilo consegue perceber, de maneira mais fácil, como cada escola teve sua importância. Ao final de cada resenha listarei outros títulos relacionados.&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm;"&gt;Surgido no final do século XIX, pelas mãos dos irmãos Lumiére, o cinema foi evoluindo ao longo dos anos, estabelecendo linguagens e promovendo revoluções. Se em 1910 um movimento de câmera causava estranheza na platéia, que invariavelmente saía da sala de projeção perplexa, hoje os recursos tornaram-se repetitivos e pouco inventivos. A grande maioria dos filmes que estão atualmente em cartaz se inspira, de alguma forma, nos movimentos do passado. Sendo assim, entender como se processava a imagem no passado é fundamental para absorvê-la no presente.&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm;"&gt;Preparem a pipoca, pois estamos embarcando em uma viagem que vai desde a obscuridade do Expressionismo Alemão à beleza da Nouvelle Vague francesa. Inicio esta coluna com uma análise do filme de Charles Chaplin, das famosas comédias burlescas, que é o pioneiro, ao lado de Buster Keaton, na criação da linguagem no cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 5pt 0cm;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;COMÉDIA BURLESCA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;O Garoto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;EUA, 1921&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;Charles Chaplin&lt;/b&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Chaplin_The_Kid.jpg/250px-Chaplin_The_Kid.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6e/Chaplin_The_Kid.jpg/250px-Chaplin_The_Kid.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Uma mãe solteira deixa um hospital de caridade carregando nos braços seu filho recém-nascido. Sem capacidade para criá-lo, uma vez que fora abandonada pelo amante, deixa a criança no banco traseiro de um carro de luxo. O carro é roubado e o bebê novamente abandonado, desta vez em uma ruela. Eis que entra &lt;st1:personname productid="em cena Chaplin" st="on"&gt;em cena Chaplin&lt;/st1:personname&gt;, na figura do vagabundo que encontra a criança. Inicialmente ele tenta se livrar do bebê, mas gradativamente um amor entre os dois surge. Cinco anos após o incidente a mãe se torna uma famosa atriz e agora com dinheiro quer seu filho de volta. Carlitos, por sua vez, não quer perder o garoto. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;Este foi um dos primeiros filmes cujo gênero era impensável até então. Até mesmo os maiores roteiristas do período desconsideravam a mistura do &lt;i&gt;slapstick&lt;/i&gt; (farsa grosseira) com a emoção. Muitos defendiam que não era possível combinar gêneros, ou se fazia um drama ou apelava-se para a comédia. Hoje em dia, no entanto, vemos uma centena de filmes em cartaz, em que o tema principal é justamente o de brincar com gêneros, passando uma rasteira na platéi&lt;span style="display: none;"&gt;ta&lt;/span&gt;a.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;st1:personname productid="Em O Garoto" st="on"&gt;Em &lt;i&gt;O Garoto&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;, primeiro longa de Chaplin, há inovações significativas, que trazem soluções originais para época e cria um padrão que até hoje é copiado. O filme mudo, narrado por expressões e diálogos inseridos na tela, praticamente não possui movimentação de câmera. Todos os movimentos são executados pelos personagens. &lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para alternar entre o drama e a comédia, são usados alguns recursos que são facilmente percebidos ao longo da projeção. Nas cenas melodramáticas há o escurecimento nas extremidades ressaltando a situação; já nas cenas cômicas é utilizada a câmera rápida, que desencadeia um maior dinamismo. Isto é importante, uma vez que no lançamento do filme ainda não havia a trilha sonora, que só foi composta por Chaplin em 1971.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ficha Técnica&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Título original: The Kid. Direção: Charles Chaplin. Roteiro: Charles Chaplin. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Intérpretes: Charles Chaplin, Jackie Coogan, Edna Purviance, Carl Miller, Phyllis Allen, Chuck Reisner, Tom Wilson, Henry Bergman, Albert Austin. Produção: The First National Films. Comprimento: 1700m (8 bobinas).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span lang="EN-US"  style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Ver Também:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;     &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Em Busca do Ouro (Charles Chaplin) – 1925&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;Amores de Estudante (Buster Keaton) – 1927&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;A General (Buster Keaton) – 1927&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;O Homem das Novidades (Buster Keaton) – 1928&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;Luzes da Cidade (Charles Chaplin) – 1931&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;Tempos Modernos (Charles Chaplin) – 1936&lt;/li&gt;   &lt;li&gt;O Grande Ditador (Charles Chaplin) - 1941&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-5184076189879505941?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/5184076189879505941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=5184076189879505941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/5184076189879505941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/5184076189879505941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/02/histria-do-cinema-parte-i-por-luiz.html' title='A História do Cinema - Parte I (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3943776815948809497</id><published>2008-01-24T09:29:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:58.941-08:00</updated><title type='text'>Férias... (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5jMdRpHOGI/AAAAAAAAADY/Rx6sqFHQ8e0/s1600-h/Iriri.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5jMdRpHOGI/AAAAAAAAADY/Rx6sqFHQ8e0/s400/Iriri.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159098176477018210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Depois de tanto tempo digerindo sapos e fazendo vista grossa para tantas coisas, é chegado o momento do descanso. Pelos próximos 15 dias o blog ficará sem minhas postagens. Estarei refugiado neste pequeno paraíso incrustado em terras brazucas. Até lá aguardo e-mails e comentários com sugestões e críticas. Bom Carnaval a todos!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3943776815948809497?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3943776815948809497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3943776815948809497' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3943776815948809497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3943776815948809497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/frias-por-luiz-otvio-tal.html' title='Férias... (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5jMdRpHOGI/AAAAAAAAADY/Rx6sqFHQ8e0/s72-c/Iriri.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3461995713341194475</id><published>2008-01-24T09:19:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:54:23.981-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pão e Circo; Mídia e Massa'/><title type='text'>Pão e Circo Para as Massas (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.starnews2001.com.br/historia/gladiadores.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.starnews2001.com.br/historia/gladiadores.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A mídia, às vezes, remete-nos ao passado. Na Roma da Antiguidade Clássica, César dava à massa pobre e faminta os espetáculos vividos no Coliseu; era a chamada política do “Pão e Circo”. Ao povo fornecia-se pão, para saciar a fome, e shows de combates entre gladiadores, para saciar a mente. A massa, por conseguinte, dificilmente se rebelava contra os governantes daquela cidade, uma vez que estava alimentada tanto física quanto mentalmente. Esta analogia nunca se apresentou tão assertiva para ilustrar a situação atual dos meios de comunicação de massa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes termos, a mentalidade da massa hoje não é muito diferente daquela massa da antiguidade. O país atualmente enfrenta crises políticas, num tempo em que a população deveria aproveitar para extrair todo conhecimento político necessário para tentar coibir, futuramente, novas decepções e assim passar efetivamente a construir uma cultura, indo fundo nos reais problemas e não se deixar enganar pela memória fraca. No entanto, a grande maioria da população encara as crises como shows, ajudada pela espetacularização da mídia, que transforma toda a CPI em um grande programa de TV. Hoje canais como TV Senado têm sua audiência garantida, graças aos contornos circenses. As pessoas acompanham a CPI como uma espécie de novela na qual o próximo capítulo irá revelar o vilão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na questão política a futilidade é até mais amena. O que de fato atrai mesmo a audiência é a possibilidade de tornar-se celebridade de um dia para outro, é a febre dos realities shows e revistas de fofocas. É por isto que atualmente esta tão evidente esta política do pão e circo. Hoje, ao invés de batalhas entre gladiadores, temos a briga pelos &lt;st1:rufnummer st="on"&gt;15&lt;/st1:rufnummer&gt; minutos de fama, a especulação da vida alheia e principalmente, a disputa “épica” por um milhão de reais, nos programas de TV. A única diferença que se pode perceber, é que no Brasil as pessoas saem do circo de barriga vazia. Elas se contentam com o espetáculo, enquanto a fome mata silenciosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conscientização para a mudança deve partir da massa, pois sempre será mais vantajoso para mídia oferecer ao mercado esta futilidade, esta homogeneização. Até mesmo o jornalismo tem-se contaminado com esta cultura inútil. Vide o exemplo do Jornal Nacional, ao dedicar quinze minutos de sua programação ao nascimento de Sacha. Este é só mais um exemplo entre tantos outros. Agora, mais do que nunca, o povo tem que se voltar contra este “estímulo-resposta” barato e fazer valer seu direito como cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero pregar aqui uma política que coloque fim à diversão, contudo é preciso dosar o que é absorvido. É preciso olhar para política com outros olhos, assim como para a programação televisiva. A mídia pode até persistir em seu bombardeamento de futilidades, contudo se nós, como público alvo, mudarmos nosso olhar e passarmos a enxergar as coisas como um olhar crítico, tudo será bem diferente. Neste dia poderei descansar aliviado, pois o Pão fartará o país enquanto o Circo não mais jorrará sangue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3461995713341194475?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3461995713341194475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3461995713341194475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3461995713341194475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3461995713341194475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/po-e-circo-para-as-massas-por-luiz.html' title='Pão e Circo Para as Massas (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8912624182945405995</id><published>2008-01-24T09:05:00.000-08:00</published><updated>2008-01-24T09:19:18.144-08:00</updated><title type='text'>Os Vencedores do Oscar (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nbhtravel.com/LosAngeles/oscar%20statues.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.nbhtravel.com/LosAngeles/oscar%20statues.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Como o anúncio dos indicados ao Oscar será o tema nos papos de botequim do próximo mês, aproveito para postar um pequeno clipe com imagens de todos os 79 vencedores da estatueta de Melhor Filme. No vídeo cenas inesquecíveis como a de Greta Garbo &lt;st1:personname productid="em Grand Hotel" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;Grand Hotel&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;, Ingrid Bergman e Humphrey Bogart em &lt;i style=""&gt;Casablanca&lt;/i&gt;, o inesquecível beijo entre Burt Lancaster e Deborah Kerr &lt;st1:personname productid="em A Um Passo" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em A Um" st="on"&gt;em   &lt;i style=""&gt;A Um&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style=""&gt; Passo&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style=""&gt; da Eternidade&lt;/i&gt; e todos os “chefões” de Francis Ford Coppola. Vencedores mais recentes também merecem destaque como &lt;i style=""&gt;Os Infiltrados&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Beleza Americana&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;O Silêncio dos Inocentes&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6YYxxKHo6XE"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Assista ao Clipe&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8912624182945405995?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8912624182945405995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8912624182945405995' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8912624182945405995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8912624182945405995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/os-vencedores-do-oscar-por-luiz-otvio.html' title='Os Vencedores do Oscar (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-6631343212793446819</id><published>2008-01-24T08:28:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:55:08.442-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Windsurf; Dora Bria; Playboy'/><title type='text'>A Bruxa Está Solta: Morre Dora Bria (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-atleta6_r.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.guiadasemana.com.br/photos/event/m-esp-atleta6_r.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Façam suas mandingas, protejam-se com seus amuletos, porque em &lt;st1:metricconverter productid="2008 a" st="on"&gt;2008 a&lt;/st1:metricconverter&gt; “bruxa anda solta”. Depois das inesperadas mortes dos atores Luiz Carlos Tourinho e Heath Ledger mais um susto: morre Dora Bria, ex-campeã internacional de windsurf. O acidente não poderia ter sido mais trágico: dirigindo uma caminhonete L200 pelas precárias estradas de Minas Gerais, a ex-atleta rodopiou na pista molhada e chocou-se de frente com uma carreta. O carro, desgovernado, rolou ribanceira abaixo. Dora, de 49 anos, teve morte instantânea, devido ao grave traumatismo craniano e a perda de massa encefálica. O corpo foi sepultado hoje, no Cemitério do Caju (RJ). &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Gaúcha, foi tricampeã sul-americana, hexacampeã brasileira e campeã do Havaí. Ficou por diversas vezes entre as cinco melhores do mundo. Dona de uma beleza natural, tornou-se na década de 90 musa do esporte nacional, posando nua para as revistas Playboy (1993) e Sexy (1998). &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Era extremamente sensual, sem precisar se dedicar neste sentido. Quando posou nua pela primeira vez, abriu mão dos recursos que toda estrela utiliza nestas ocasiões. Apareceu sem maquiagem e com os cabelos molhados, num tempo em que o photoshop engatinhava. As fotos mostravam o dia-a-dia da atleta empinando sua prancha de windsurfe. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;No Havaí era chamada de “Rainha”. Seus cabelos dourados, a pela bronzeada pelo sol e os lindos olhos verdes, eram hipnotizantes. Privilégio tinha o mar em fazer ondas para as curvas de Dora. Da África do Sul a Bali, ela fazia da liberdade sua paixão. E pensar que logo no início de sua trajetória cogitou a possibilidade de seguir carreira como engenheira química.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O paraíso está em festa, enquanto nós sentiremos saudades.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-6631343212793446819?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/6631343212793446819/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=6631343212793446819' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6631343212793446819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/6631343212793446819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/bruxa-est-solta-morre-dora-bria.html' title='A Bruxa Está Solta: Morre Dora Bria (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8247355559197979611</id><published>2008-01-23T09:42:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:56:00.579-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Heath Ledger'/><title type='text'>Luto: Morre Heath Ledger (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.nowtoronto.com/minisites/tiff/2005/starwatch/sw2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.nowtoronto.com/minisites/tiff/2005/starwatch/sw2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Deixei de publicar ontem qualquer menção à morte de Heath Ledger na esperança de um laudo mais conclusivo sobre a “causa mortis”. No entanto, o falecimento prematuro do ator, de 28 anos, permanece uma incógnita. O fato é que se mostra antecipada a atitude de associar a tragédia ao uso abusivo de drogas, como boa parte das ferramentas digitais vem fazendo, mesmo tendo polícia não descartado a possibilidade de overdose, uma vez que foram encontradas, ao lado do corpo, pílulas tranqüilizantes. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Fico muito perturbado quando futuros brilhantes são interrompidos de uma maneira tão estúpida e inesperada. A imagem do ator que ficará na lembrança é a do galã, que chegou a ser comparado a Marlon Brando, que vinha alcançando um estilo de interpretação que lhe era único. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A primeira vez que vi Ledger em cena foi como Sonny em &lt;i style=""&gt;A Última Ceia&lt;/i&gt;, de Marc Forster. O filme trabalha o tempo todo com imagens fortes. Em uma das primeiras cenas Sonny recebe os “serviços” de uma prostituta, numa clara alusão à vida que levava: não podia traçar seu próprio caminho e até mesmo o sexo era algo mecânico, com hora marcada. Herdara do pai a obrigação de executar prisioneiros e como tal se sentia preso. Frágil, não resistiu à pressão, se matando logo na metade da película. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Em 2006 concorreu ao Oscar com o cowboy homossexual &lt;st1:personname productid="em O Segredo" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;O  Segredo&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style=""&gt; de Brokeback Moutain&lt;/i&gt;, de Ang Lee. Poucos compreenderam sua interpretação contida, chegando a elogiar mais seu companheiro Jake gyllenhall. Um bom desempenho, no entanto, não é aquele feito de gritos e forçadas expressões faciais. O bom ator prima pela naturalidade. Heath Ledger sabia disso. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Logo no início de sua trajetória, conquistou o público adolescente em filmes como &lt;i style=""&gt;10 Coisas que Eu Odeio em Você&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;O Patriota e Coração de Cavaleiro&lt;/i&gt;. Era um ator que sabia escolher bons papéis. Até mesmo nestas películas menores, com apelo teen, demonstrava um bom desempenho na tela. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Está previsto para ser lançado em 18 de julho no Brasil o filme &lt;i style=""&gt;Batman – O Cavaleiro das Trevas&lt;/i&gt;, no qual o ator australiano interpretará Coringa. Algumas pessoas que já tiveram acesso ao material dizem que sua personificação está melhor do que a de Jack Nicholson, no dark movie de Tim Burton. No entanto, será uma experiência dolorosa ir ao cinema assistir o último ato de uma carreira brilhante. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nascido em 4 de abril de 1979, o ator deixa uma filha, Matilda, de dois anos, do seu casamento com a atriz Michelle Williams. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8247355559197979611?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8247355559197979611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8247355559197979611' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8247355559197979611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8247355559197979611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/luto-morre-heath-ledger-por-luiz-otvio.html' title='Luto: Morre Heath Ledger (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-1907715147317830277</id><published>2008-01-23T08:54:00.001-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:59.104-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Márcia Spézia; coelhinha; Playboy'/><title type='text'>Coelhinha no Divã (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 200%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;ENTREVISTA MÁRCIA SPÉZIA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Coelhinha oficial da Playboy, Márcia, 27 anos, é a representante da marca nos coquetéis de lançamento e nas campanhas de divulgação. Já posou nua tanto para o espaço on-line quanto para a revista. Foi o recheio da edição de Setembro de 2007.&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;- Como surgiu o convite para posar nua?&lt;/b&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5dyYhpHOFI/AAAAAAAAADQ/0YGACp7Xuy8/s1600-h/marcia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5dyYhpHOFI/AAAAAAAAADQ/0YGACp7Xuy8/s320/marcia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5158717663849429074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O convite surgiu quando eu fiz um ensaio para o site &lt;i style=""&gt;bella da semana&lt;/i&gt; em Florianópolis (SC). O fotógrafo me convidou no final do trabalho e na semana seguinte fiz meu primeiro ensaio para a &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt; como cyber gata do site oficial da revista. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Era um sonho antigo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando eu tinha 18 anos tive a primeira vontade de posar para a publicação, mas achava impossível, por morar longe e não ter nenhuma condição.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Como você lida pessoalmente com a nudez?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A nudez eu encaro naturalmente pelo lado profissional, porque Deus nos traz á vida sem roupa. Mas você tem que saber lidar com seu corpo nu. Fotografar é uma coisa, e para mim é super tranqüilo, agora sair de casa quase nua para ser olhada não rola.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Quantos e quais trabalhos você já desenvolveu nesta parceria com a Playboy?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até agora foram o cyber gata em junho, coelhinha em julho, editorial &lt;i style=""&gt;máquina sexual&lt;/i&gt; em agosto, segundo ensaio em setembro, especial gatas e coelhinhas, piadas de topless, e agora também estou sempre presente nos eventos representando a &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- O cachê é realmente bom?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Falar de grana é complicado, não posso emitir valores de nada, desculpe.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Há algum pré-requisito para ser escolhida coelhinha oficial da revista?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Beleza, simpatia, postura e educação são itens básicos. Eu comecei por acaso fazendo gravação para o site e continuo até hoje.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Como são os bastidores de um ensaio fotográfico? Qual é o número de pessoas envolvidas na produção?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os bastidores é aquela coisa boa, muito agito, correria e concentração. A equipe, dependendo do ensaio e local, é grande: fotógrafo e assistente, cinegrafista e assistente, diretor, maquiador, figurinista, motorista, enfim depende muito.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- O que mudou depois de ter posado nua?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mudou muita coisa, principalmente em termos de reconhecimento. Automaticamente aparecem mais trabalhos, mas também surgem problemas em que a gente passa a ter mais cuidado em relação aonde ir e com quem ir. Apesar das novas portas e oportunidades, sou a mesma Márcia.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Na sua opinião, como a sociedade encara hoje as mulheres que aceitam se despir para revistas masculinas?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É difícil responder, porque ao mesmo tempo em que a sociedade mudou seu modo de pensar em relação à nudez, ainda existem muitos tabus e preconceitos. Hoje em dia quase todas as mulheres têm esse desejo de posar nua. Não dá pra agradar a todos, mas a meu ver a sociedade já se acostumou em ver mulheres bonitas e beldades em ensaios de nudez.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- Você sofreu algum tipo de preconceito?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até agora não sofri, mas é lógico que não estou livre de sofrer. Como eu disse, anteriormente, não se pode agradar a todos.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- Como sua família reagiu quando descobriu que você seria coelhinha da Playboy?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Minha família vem me acompanhando desde o início quando comecei a modelar. Quando contei para eles que iria posar para &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt;, todos me parabenizaram e me apoiaram, sem se manifestarem contrários. E ser coelhinha foi conseqüência dos ensaios.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Como é seu relacionamento com os fãs da revista?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É muito bom ter esse contato com os fãs, pelo menos eu adoro. Gosto de saber a opinião deles, o que acham, se gostam ou se criticam. Faço o que posso para responder a todos, gosto de dar atenção. Até agora só recebi elogios pelos meus trabalhos.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;- Suas fotos nuas conseguiram atingir públicos variados, ou seja, tanto os leitores que compram a publicação em banca quanto os e-leitores que assinam o site da revista. Você percebe alguma diferença entre estes públicos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não tem como perceber diferenças, recebo e-mails e mensagens no &lt;i style=""&gt;Orkut&lt;/i&gt;, tanto dos assinantes quanto do publico que compra nas bancas. É sempre a mesma atenção.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- A revista tem muitas leitoras heterossexuais. O que, no seu ponto de vista, explica isto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu resumo em uma só coisa: curiosidade. Hoje em dia as pessoas estão muito mais voltadas à estética, ao corpo, e isso gera sempre curiosidade quando o assunto é mostrar nudez. Existe também o glamour que a &lt;b style=""&gt;Playboy&lt;/b&gt; consegue passar e isso faz com que as pessoas sintam vontade de ver, sem dizer também que a revista traz não somente o nu, discutindo nossa atual realidade em certos aspectos.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- A cada década se percebe uma reorganização na relação homem/mulher. Como você vê esta relação nos dias de hoje?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sou suspeita para falar sobre isso, mas a verdade é cruel, o que esta acontecendo nessa reorganização é que tanto o homem quanto a mulher estão deixando de lado alguns princípios básicos de uma relação, como o respeito, e isso faz com que as pessoas não acreditem em uma relação sólida, sadia. Apesar disto tudo, essa reorganização alcançou um ponto positivo para a mulher na sociedade. Ela amadureceu perante o homem, está se impondo mais. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;- Qual a importância do sexo na sua vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em minha opinião é 50% da base de uma relação. Sexo faz bem, relaxa, deixa sua pele bonita, mas o mais importante no sexo é o companheiro, fazer com gosto e com quem se sentir atraída e não fazer só por fazer, com qualquer um.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=""&gt;- As pessoas hoje lidam com o sexo de uma forma muito natural, contudo, ainda há muita hipocrisia no falar de sexo. Por que você acha que isto ocorre? E como você encara tudo isto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tabus estão aí para serem quebrados. A sociedade ainda tem que aprender muito sobre a sexualidade. Um dos motivos dessa hipocrisia é a falta de amadurecimento e informação, sem esquecer também do preconceito que existe, principalmente, com os homossexuais. Eu encaro tudo isto naturalmente, pois cada um tem seu jeito, um pensamento, e cada pessoa sabe o que a faz feliz e bem.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;- O que é o orgasmo para você?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Orgasmo para mim é o ápice do prazer, a melhor coisa do sexo, pena que nem todas as mulheres conseguem chegar nesse paraíso.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;-Qual sua opinião em relação ao sexo virtual?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sinceramente, isso pra mim é a maior besteira que inventaram. A pessoa fica sufocada dentro das ilusões, se martirizando à toa. Sexo foi feito para fazer com outra pessoa, tem que sentir, ter o que pegar. Para mim isto é uma perda de tempo. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;- Há limites na realização de uma fantasia sexual?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando se está com a pessoa desejada, não existe limite, e sim o respeito. Fantasias todo mundo tem, mas tem que saber até onde vai o limite. Enfim, tudo é bom quando se está com a pessoa certa.&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;- O que você espera para o futuro? Quais os planos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Espero um futuro melhor para todos, esperamos nosso governo descruzar os braços e fazer algo útil por esse país que poderia ser de primeiro mundo, mas enfim, eu tenho muitos objetivos e sonhos para realizar, colocar &lt;st1:personname productid="em pr￡tica. Pretendo" st="on"&gt;em prática. Pretendo&lt;/st1:personname&gt; ser atriz e um dia montar uma casa para desabrigados e dar oportunidades como educação, trabalho e dignidade. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-1907715147317830277?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/1907715147317830277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=1907715147317830277' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1907715147317830277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1907715147317830277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/coelhinha-no-div-por-luiz-otvio-tal.html' title='Coelhinha no Divã (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5dyYhpHOFI/AAAAAAAAADQ/0YGACp7Xuy8/s72-c/marcia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-7678710728673368200</id><published>2008-01-22T13:58:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:57:41.540-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar 2008; lista de indicados'/><title type='text'>Em Busca da Estatueta Dourada (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.judao.com.br/midia/galeria/oscar-2008/poster_oscar2008.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.judao.com.br/midia/galeria/oscar-2008/poster_oscar2008.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todo início de ano é a mesma coisa. Uma onda especulativa tende a supervalorizar a cotação de alguns no mercado, uma vez que neste mundo só há espaço para empresas de capital aberto. Uma série de operadores, com função semelhante a de um vidente, dedicam todo o tempo útil em prol destas transações, que a cada ano tendem a ficar mais imprevisíveis. Em tempos instáveis, ganha notoriedade aquele que mais se aproximar das tendências do “pregão”, definindo possíveis casos de sucesso. &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Bom, o texto acima se aplicaria, perfeitamente, aos operadores de qualquer bolsa de valores, contudo, também funciona como analogia para definir o papel dos críticos de cinema, que passam o ano todo tentando descobrir quem será indicado ao Oscar, a maior premiação do cinema mundial. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;O anúncio oficial dos indicados à estatueta foi realizado nesta terça-feira (22), às 11h30, horário de Brasília, no Teatro Samuel Goldwyn, &lt;st1:personname productid="em Los Angeles. Poucas" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Los Angeles." st="on"&gt;em Los Angeles.&lt;/st1:personname&gt; Poucas&lt;/st1:personname&gt; foram as surpresas para 80ª edição do Oscar. Desta vez, pelo menos no quesito adivinhação, o “pregão” dos críticos fechou com saldo positivo. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;i style=""&gt;Onde Os Fracos Não Têm Vez&lt;/i&gt;, dos irmãos Coen, e &lt;i style=""&gt;Sangue Negro&lt;/i&gt;, de Paul Thomas Anderson, como já era esperado, lideram a disputa, com oito indicações para cada um. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Em seguida aparecem com sete indicações &lt;i style=""&gt;Desejo e Reparação&lt;/i&gt;, de Joe Wright, e &lt;i style=""&gt;Conduta de Risco&lt;/i&gt;, de Tony Gilroy. Todas estas produções concorrem ao lado de &lt;i style=""&gt;Juno&lt;/i&gt;, de Jason Reitman, ao cobiçado prêmio de Melhor Filme. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;As maiores surpresas ficam por conta da categoria de Melhor Atriz. Angelina Jolie, que já vinha sendo considera “lock” por sua atuação &lt;st1:personname productid="em O Preço" st="on"&gt;em &lt;i&gt;O Preço&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i&gt; da Coragem&lt;/i&gt;, foi esnobada na categoria, cedendo lugar para Laura Linney por &lt;i&gt;The Savages&lt;/i&gt;, que já havia sido descartada para os críticos. Juntam-se a ela, Cate Blanchett por seu papel em &lt;i&gt;Elizabeth: A Era de Ouro&lt;/i&gt;, Julie Christie por &lt;i&gt;Longe Dela&lt;/i&gt;, a francesa Marion Cotillard por &lt;i&gt;Piaf – Um Hino de Amor&lt;/i&gt; e Ellen Page por &lt;i&gt;Juno&lt;/i&gt;. Blanchett entra para a história como o quinto ator a ser indicado pelo mesmo personagem (ela já havia sido indicada em 98 por &lt;i&gt;Elizabeth&lt;/i&gt;), além disto, ela também está no seleto grupo de intérpretes que disputaram, em um mesmo ano, tanto o prêmio de protagonista como o de coadjuvante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Já na categoria de Melhor Ator não houve grandes surpresas. Disputam George Clooney, como o advogado Michael Clayton em &lt;i&gt;Conduta de Risco&lt;/i&gt;, Johnny Depp como um assassino sanguinário &lt;st1:personname productid="em Sweeney Todd" st="on"&gt;em &lt;i&gt;Sweeney  Todd&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i&gt;: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet&lt;/i&gt;, Tommy Lee Jones como o veterano de guerra por &lt;i&gt;No Vale das Sombras &lt;/i&gt;e Viggo Mortensen como o mafioso de &lt;i&gt;Senhores do Crime.&lt;/i&gt; James MacAvoy foi o esquecido da vez. Ano passado, apesar do bom desempenho em &lt;i&gt;O Último Rei da Escócia&lt;/i&gt; acabou preterido pelo aterrorizante retrato do ditador Idi Amin feito por Forest Withaker. Este ano, apesar do grande desempenho em &lt;i&gt;Desejo e Reparação&lt;/i&gt;, acabou passando em branco novamente. &lt;i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nenhuma surpresa também entre os coadjuvantes. Até mesmo a presença de Ruby Dee por sua atuação &lt;st1:personname productid="em O Gângster" st="on"&gt;em &lt;i&gt;O Gângster&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;já havia sido prevista por alguns críticos. Entre os atores a lembrança de Hal Holbrook, funciona como a coração de uma carreira. Aos 82 anos ele jamais havia concorrido a um prêmio da Academia. Esta indicação também serve como consolo para &lt;i&gt;Na Natureza Selvagem&lt;/i&gt;, que apesar do buzz, acabou sendo esquecido nas categorias mais importantes. O fato é que o longa, dirigido por Sean Penn, é uma obra muito particular, que trabalha com os sentidos do espectador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Foi sentida também a ausência da produção brasileira. &lt;i&gt;O Ano que Meus Pais Saíram de Férias&lt;/i&gt;, de &lt;st1:personname productid="Cao Hamburger" st="on"&gt;Cao Hamburger&lt;/st1:personname&gt;, chegou a figurar entre os finalistas para Melhor Filme Estrangeiro, mas não resistiu à seleção final. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Com relação a possíveis vencedores, ainda é cedo para fazer qualquer previsão. É preciso analisar mais cada desempenho para um julgamento mais preciso (entre os meses de janeiro e fevereiro chegam aos cinemas brasileiros boa parte dos filmes indicados). No entanto, a Academia tem mostrado, ao longo das últimas cerimônias, certa autonomia sobre as demais premiações. Não será surpresa ver os irmãos Coen saindo de mãos vazias (no fundo eu até torço pela consagração de Paul Thomas Anderson), ou ver Cate Blanchett preterida por Amy Ryan. Mas isso só será revelado com a abertura dos envelopes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A entrega dos prêmios da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas acontece no dia 24 de fevereiro. Apesar da continuidade da greve dos roteiristas, que chega a sua 12ª semana, os organizadores do evento confirmam a cerimônia. &lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Confira a Lista Completa dos Indicados:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor filme&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Conduta de Risco"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"'&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;"Desejo e Reparação"&lt;br /&gt;"Juno"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor ator&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; George Clooney ("Conduta de Risco")&lt;br /&gt;Daniel Day Lewis ("Sangue Negro")&lt;br /&gt;Tommy Lee Jones ("No Vale das Sombras")&lt;br /&gt;Viggo Mortensen ("Senhores do Crime")&lt;br /&gt;Johnny Depp ("Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet")&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor atriz&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Cate Blanchet ( "Elizabeth: A Era de Ouro")&lt;br /&gt;Julie Christie ("Longe Dela")&lt;br /&gt;Marion Cotillard ("Piaf - Um Hino ao Amor")&lt;br /&gt;Laura Linney ("The Savages")&lt;br /&gt;Ellen Page ("Juno")&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor ator coadjuvante&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Casey Affleck ("O Assassinato do Jovem Jesse James pelo Covarde Robert Ford")&lt;br /&gt;Javier Bardem ("Onde os Fracos Não Têm Vez")&lt;br /&gt;Philip Seymour Hoffman ("Jogos do Poder")&lt;br /&gt;Hal Holbrook ("Na Natureza Selvagem")&lt;br /&gt;Tom Wilkinson ("Conduta de Risco")&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor atriz coadjuvante&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Cate Blanchett ("I'm Not There)&lt;br /&gt;Ruby Dee ("O Gângster")&lt;br /&gt;Saoirse Ronan ("Desejo e Reparação")&lt;br /&gt;Amy Ryan ("Gone Baby Gone")&lt;br /&gt;Tilda Swinton ("Conduta de Risco")&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor diretor&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; Tony Gilroy ("Conduta de Risco")&lt;br /&gt;Jason Reitman ("Juno")&lt;br /&gt;Julian Schnabel ("O Escafandro e a Borboleta")&lt;br /&gt;Paul Thomas Anderson ("Sangue Negro")&lt;br /&gt;Ethan e Joel Coen ("Onde os Fracos Não Têm Vez)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor roteiro original&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Juno"&lt;br /&gt;"Lars and the Real Girl"&lt;br /&gt;"Conduta de Risco*&lt;br /&gt;"Ratatouille"&lt;br /&gt;"The Savages"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melho roteiro adaptado&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Escafandro e a Borboleta"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"&lt;br /&gt;"Desejo e Reparação"&lt;br /&gt;"Longe Dela"&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor filme de animação&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Ratatouille" (Brad Bird)&lt;br /&gt;"Tá Dando Onda" (Ash Brannon and Chris Buck)&lt;br /&gt;"Persépolis" (Marjane Satrapi and Vincent Paronnaud)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor direção de arte&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Gângster"&lt;br /&gt;"Desejo e Reparação"&lt;br /&gt;"A Bússola de Ouro"&lt;br /&gt;"Sweeney Todd - o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor fotografia&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Assassinato do Jovem Jesse James pelo Covarde Robert Ford"&lt;br /&gt;"Desejo e Reparação"&lt;br /&gt;"O Escafandro e a Borboleta"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor figurino&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Across the Universe"&lt;br /&gt;"Desejo e Reparação"&lt;br /&gt;"Elizabeth: A Era de Ouro"&lt;br /&gt;"Piaf - um hino ao amor"&lt;br /&gt;"Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor documentário&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "No End in Sight"&lt;br /&gt;"Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience"&lt;br /&gt;"Sicko"&lt;br /&gt;"Taxi to the Dark Side"&lt;br /&gt;"War/dance"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor documentário de curta-metragem&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Freeheld"&lt;br /&gt;"La Corona"&lt;br /&gt;"Salim Baba"&lt;br /&gt;"Sari's Mother"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor edição&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Ultimato Bourne"&lt;br /&gt;"O Escafandro e a Borboleta"&lt;br /&gt;"Na Natureza Selvagem"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor filme estrangeiro&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "The Counterfeiters" (Stefan Ruzowitzky - Áustria)&lt;br /&gt;"Beaufort" (Joseph Cedar - Israel)&lt;br /&gt;"Katyn" (Andrzej Wajda - Polônia)&lt;br /&gt;"12" (Nikita Mikhalkov - Rússia)&lt;br /&gt;"Mongol" (Sergei Bodrov - Cazaquistão)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor maquiagem&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Piaf - Um Hino ao Amor"&lt;br /&gt;"Norbit"&lt;br /&gt;"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor trilha sonora original&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Desejo e Reparação" (Dario Marianeli)&lt;br /&gt;"O Caçador de Pipas" (Alberto Iglesias)&lt;br /&gt;"Conduta de Risco" (James Newton Howard)&lt;br /&gt;"Ratatouille" (Michael Giacchino)&lt;br /&gt;"3:10 to Yuma" (Marco Beltrami)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor canção original&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "Falling Slowly" (Glen Hansard e Marketa Irglova - "Once")&lt;br /&gt;"Happy Working Song" (Alen Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")&lt;br /&gt;"Raise It Up" (Autor a ser determinado - "August Rush")&lt;br /&gt;"So Close" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")&lt;br /&gt;"That's How You Know" (Alan Menken e Stephen Schwartz - "Encantada")&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor curta-metragem&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "At Night"&lt;br /&gt;"Il Supplente"&lt;br /&gt;"Le Mozart des Pickpockets"&lt;br /&gt;"Tanghi Argentini"&lt;br /&gt;"The Tonto Woman"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor animação de curta-metragem&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "I Met the Walrus"&lt;br /&gt;"Madame Tutli-Putli"&lt;br /&gt;"Meme Lês Pigeons Vont au Paradis"&lt;br /&gt;"My Love"&lt;br /&gt;"Peter and the Wolf"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor edição de som&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Ultimato Bourne"&lt;br /&gt;"Ratatouille"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"&lt;br /&gt;"Sangue Negro"&lt;br /&gt;"Transformers"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor mixagem de som&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "O Ultimato Bourne"&lt;br /&gt;"Onde os Fracos Não Têm Vez"&lt;br /&gt;"Ratatouille"&lt;br /&gt;"3:10 to Yuma"&lt;br /&gt;"Transformers"&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;Melhor efeito especial&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p&gt; "A Bússola de Ouro"&lt;br /&gt;"Piratas do Caribe - No Fim do Mundo"&lt;br /&gt;"Transformers"&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-7678710728673368200?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/7678710728673368200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=7678710728673368200' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7678710728673368200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7678710728673368200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/aberta-corrida-estatueta-dourada-por.html' title='Em Busca da Estatueta Dourada (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3403800036795839214</id><published>2008-01-21T16:58:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:58:16.572-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O Caderno Rosa de Lori Lamby; Hilda Hilst; Pornografia; erotismo'/><title type='text'>O Caderno Rosa de Lori Lamby: Pornografia e Erotismo na Sociedade do Medo (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/Contemporanea/capa_lamby.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/Contemporanea/capa_lamby.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Uma linha muito tênue perpassa os conceitos de erotismo e pornografia, ainda mais se lançarmos estes significados junto ao contexto artístico. De Duchamp à Da Vinci o “valor arte” é tão abstrato que não se apega a pré-definições. Partindo do princípio de que o objeto artístico emana de uma variedade de possibilidades em expor a consciência, não há então um padrão estético definido e nem mesmo inferioridade entre erótico e pornográfico. Ambos os segmentos possuem igual valor, expressando cada qual, necessidades diferentes.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; A grosso modo poderíamos traçar pornografia na arte como uma obra desprovida de sentimentos e emoções que desenvolve no receptor o desapego dos juízos morais. É o erotismo levado ao extremo. Deste modo, erotismo é uma manifestação mais “branda”, pois consegue estar em toda parte, se valendo por máscaras, disfarces e assim burlando limites e garantindo o despertar de um sentimento que não se pode escapar por mais rígidas que sejam as regras. Sendo assim, os conceitos se assemelham na medida em que, de modo explícito ou velado, trabalham com a irracionalidade, ou seja, antes de qualquer impulso a arte pornográfica ou erótica irá desperta uma sensação de desejo, de ligação ou sedução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pincelados superficialmente os conceitos, cabe uma análise do objeto que nos despertou todo o questionamento. “O caderno rosa de Lori Lamby”, escrito por Hilda Hilst, é uma curiosa literatura na medida em que coloca em choque idéias já definidas. Trata-se de um livro pornográfico ou erótico? Não é uma coisa e nem outra. E durante muito tempo permaneceu indefinida devido à hipocrisia de uma sociedade que apesar de produzir obras deste tipo, não pensa duas vezes em condená-las.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2006/abril/25/cadernoatracoes/cultura/images/04.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2006/abril/25/cadernoatracoes/cultura/images/04.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Hilda Hilst, de maneira inteligente, costura ambos os conceitos em sua obra literária. A todo momento se percebe uma disputa entre o erótico e o pornográfico. Ao ler o texto a mente humana trabalha com o modelo do Revirão. Cunhado na década de 80 por MD Magno, o conceito se refere a um padrão de funcionamento da mente humana que engloba polaridades distintas, ou seja, se pensamos na obra como explícita, o avesso também é pensado, uma vez que a ingenuidade permeia toda a construção.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; Ao trabalhar com dois pólos, a autora segue a estrutura clássica da literatura pornográfica: A narrativa é permeada de imagens ingênuas do sexo, uma vez que é narrada por uma criança, interrompida pelo “caderno negro”, que escracha de maneira realística o sexo. A partir de então o leitor toma consciência do obsceno e o choque só é abrandado nas resoluções finais.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; E a excitação? Esta é a função do caderninho de Lori? Não. Pornografia não é feita com a intenção de excitar o receptor, isto é uma conseqüência que leva em conta o contexto de cada um. As experiências não são pornográficas, apenas as representações que fazemos dela. Por isto a dificuldade de taxar uma obra, pois se para uns atenta contra a moral (principalmente se levarmos em conta que Hilst trabalha a questão da pedofilia), para outros é apenas a descrição de atos banais do dia a dia, como escovar os dentes ao despertar.&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; O fato é que literatura deste tipo deve ser encarada com a seriedade que demanda. Toda hipocrisia construída por meio de uma “sociedade do medo” deve ser deixada de lado, para que então o receptor absorva o conteúdo sem qualquer tipo de condenação&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3403800036795839214?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3403800036795839214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3403800036795839214' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3403800036795839214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3403800036795839214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/o-caderno-rosa-de-lori-lamby.html' title='O Caderno Rosa de Lori Lamby: Pornografia e Erotismo na Sociedade do Medo (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3891953956940163958</id><published>2008-01-20T12:11:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:58:51.737-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Televisão; Hollywood; sedução; estereótipo'/><title type='text'>A Televisão e seus Signos Subliminares (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;     &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;   A SEDUÇÃO DAS ESTRELAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.estadao.com.br/fotos/marilyn1_divulgacao_600.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.estadao.com.br/fotos/marilyn1_divulgacao_600.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Fascínio não está ligado aos personagens encarnados na TV ou no cinema, mas sim na figura do ídolo. Sendo assim, nada impede que um ator ou uma atriz ruim exerça tal fascínio sobre o fã. Basta ter carisma e domínio suficiente para seduzir a câmera e por conseqüência o público.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; A televisão aprimorou o esquema “fábrica de sonhos” de Hollywood. A todo momento criam-se celebridades instantâneas, que de uma hora para outra são substituídas. Estrelas descartáveis. Isto fez com que aumentasse a ânsia por informações sobre os ídolos. Hoje há todo um segmento jornalístico destinado a criar notícias e fofocas sobre o mundo das celebridades. Este mercado cumpre o seu papel na medida em que satisfaz as necessidades emocionais dos cidadãos, encarnado desejos e compensando frustrações.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; Nesta perspectiva, personagem e ídolo acabam se confundindo para o fã. A imagem que as pessoas fazem das estrelas são ilusórias, simulacros, no entanto, o “astro” pode embarcar nesta ilusão alimentando o falso contexto.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;As estrelas são prisioneiras de suas glórias, pois encarnam tudo aquilo que o público médio tem vontade, mas não coragem, de vivenciar. Quando a estrela tenta se livrar de uma imagem pré-concebida é logo esquecida pela audiência. Deste modo, algumas estrelas se aprisionam num ciclo de estar sempre alimentando o desejo alheio. Visitas ao cirurgião plástico, são práticas constantes, para que nunca decepcionem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A massa tende a não acreditar na morte dos ídolos. Nestes casos, a racionalidade é burlada, dando lugar à emotividade. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Por outro lado, diferente do Cinema, a TV não sofre com isto, pois se uma estrela morre ou deixa de seduzir é imediatamente substituída.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; Os mitos exercem função parecida com a da religião. A religião é o mecanismo que possibilita ao homem atingir a plenitude, pois ele está sempre buscando por algo, há sempre uma sensação de insatisfação, vazio. Deste modo, o mito trabalha da mesma forma preenchendo os anseios das massas e desencadeando uma séria de manifestações ritualísticas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sedutor exerce um tipo de “vampirismo”, pois ele seduz e se apodera do seduzido, que passa a viver em função do seu ídolo, de seu modo de pensar, do estilo de roupa que veste, dos lugares que freqüenta... A partir desta premissa a televisão é o veículo responsável pela criação e propagação de moda. Tanto a TV quanto o cinema induzem ao mimetismo, ou seja, o público que tenta imitar o modelo que assiste. Ironicamente, é um recurso utilizado pelo astro para se individualizar, no entanto, acaba sendo imitado pelo fã.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As séries de televisão podem também funcionar como estrela, pois elas operam do mesmo modo que o mito ao preencher as expectativas do grande público, além de impor um modelo de vida. A série se torna estrela quando se encaixa junto ao gosto dos telespectadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estrelas são sempre publicitárias, objetos do consumo, enfim, um produto em potencial, pois por meio delas cria-se a sensação de que copiando suas características externas, copiam-se também as internas. Há inversão de valores também. Pode-se encontrar negros torcendo pelo herói que castiga escravos ou ricos que se emocionam com a solidão de um vagabundo.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; Por fim, a idolatria chega a prejudicar a saúde dos fanáticos, que querem se identificar com os astros por meio de cirurgias plásticas ou por meio de regimes drásticos. A sociedade ocidental, por exemplo, prega a magreza, colocando a anorexia como a doença da moda.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; Em resumo, todo processo é irracional. A TV potencializa o interesse pelo corpo, pela imagem, estereotipando modelos físicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;  ESTEREÓTIPO COMO INVERSÃO DA SEDUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://specialcomment.files.wordpress.com/2007/03/presley-elvis-love-me-tender-4800017.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://specialcomment.files.wordpress.com/2007/03/presley-elvis-love-me-tender-4800017.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os estereótipos são representações sociais que tendem transformar o complexo em algo simplório, focando apenas uma característica. São representações sociais porque é uma visão compartilhada que um coletivo social possui sobre outro coletivo social. Neste sentido o estereótipo é o contrário de sedução. Assemelha-se à sedução, pois seleciona apenas uma dimensão da realidade (no caso, negativa). O receptor transforma então a parte negativa como o todo.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Os estereótipos são uma redução da realidade para facilitar a interpretação, diminuindo a complexidade e a ambigüidade dos fatos perante o receptor. Este recorte varia de acordo com os interesses do emissor.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Facilita o envolvimento emocional, mas quando se transforma em uma crença generalizada e equivocada em relação a um determinado grupo, torna-se um ato de preconceito.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Estereótipo é passivo de mudança, no entanto a TV contribui intencionalmente com concepções deturpadas da realidade que vão se solidificando na visão do receptor. Quem vê muita televisão tende a ver o mundo como perigoso, a ser menos confiante e a superestimar a maldade.&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt; A sedução então completa o indivíduo, enquanto que o estereótipo mostra o que deve ser evitado. Os conceitos, no entanto se assemelham na medida em que difundem o mesmo ponto de vista.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3891953956940163958?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3891953956940163958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3891953956940163958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3891953956940163958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3891953956940163958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/televiso-e-seus-signos-subliminares.html' title='A Televisão e seus Signos Subliminares (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-4762746680652819187</id><published>2008-01-19T11:30:00.001-08:00</published><updated>2008-02-11T04:59:15.730-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV aberta; guerra pela audiência'/><title type='text'>Caos na TV Aberta (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.juonline.com.br/manager/ba/arquivos/record%20x%20%20globo_md.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://www.juonline.com.br/manager/ba/arquivos/record%20x%20%20globo_md.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2007, para a televisão brasileira, foi marcado por uma guerra acirrada pela audiência. As novelas não emplacaram, programas passaram por reestruturações e alternativas escusas foram utilizadas para tentar chamar a atenção do grande público. Segundo dados do Ibope, divulgados pelo &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080109/not_imp106218,0.php"&gt;Estadão&lt;/a&gt; , a Record e a Band foram as emissoras que mais cresceram no ano passado, com índices de 18 e 10%, respectivamente. Por outro lado o SBT e a Rede Globo tiveram uma queda considerável de 16 e 13%, enquanto a Rede TV manteve-se estável. &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; Isto é o reflexo da falta de inventividade que permeia os roteiristas e produtores brasileiros. O resultado é uma audiência equiparada entre as TVs. A Record, por exemplo, não se envergonha de deixar claro que a regra é não ter padrão, uma vez que toda sua grade é inspirada nos produtos da Globo. Artistas e novelistas foram contratados pela emissora de Edir Macedo, a fim de produzirem tramas semelhantes as da concorrência. O fato é que quando se padronizam a oferta, evidentemente, a procura fica dividida. Este panorama tende a continuar em 2008, pelo menos enquanto não oferecem algo novo. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; Outro dia à tarde estava em casa assistindo a novela “Coração de Estudante”, de Emanoel Jacobina, e me surpreendi com a riqueza dos diálogos e o com o capricho dos enquadramentos. Algo em falta nas novelas de hoje. Na Globo uma rixa entre o autor de “Duas Caras”, Aguinaldo Silva, e a alta cúpula da emissora desencaminhou ainda mais os rumos do folhetim. A trama é uma comédia de erros, onde nenhum ator se sobressai. Já a Record lança mão da parcela dos descontentes ao dar vida a mutantes bizarros com a novela “Caminhos do Coração”, de Tiago Santiago. O fato é que, mesmo sem pé nem cabeça, a trama atrai a atenção de jovens e adolescentes, acostumados com quadrinhos e games cujos personagens são zumbis e seres geneticamente modificados. O SBT, por outro lado, amarga a lanterna na disputa. Preso por um contrato com a Televisa, emissora de TV mexicana, Sílvio Santos é obrigado a reprisar e adaptar os lamentos de todas as Marias concebíveis pelos descendentes Astecas. No entanto, ultimamente a emissora tem pouco se importado com números, já que o grande interesse é lucrar com ligações telefônicas. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; A crise também atinge o jornalismo. No início do mês a Globo convocou Patrícia Poeta para o lugar de Glória Maria na apresentação do “Fantástico”. A assessoria de imprensa da emissora emitiu um comunicado dizendo que foi Glória quem decidiu deixar o programa para se dedicar a projetos pessoais. Contudo, é evidente que sua imagem já estava ficando gasta. A apresentadora coleciona desafetos com a equipe do dominical e faz questão de ostentar os luxos da sociedade carioca. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; Ana Maria Braga também estava perdendo pontos preciosos para os companheiros Brito Jr., Ana Hickman e Edu Guedes, do “Hoje em Dia”, da Record. A solução foi incrementar o “Mais Você” com a seleção de participantes para o Big Brother. Uma tática arriscada, uma vez que a cada ano o programa torna-se mais previsível. A fórmula é bem simples: 14 participantes confinados em uma casa, correndo atrás de um milhão de reais, enquanto o brasileiro ainda se mata por um salário mínimo. Paciência que dura até meados de abril.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; Nesta história toda, a Band é a única emissora que utiliza armas justas para a disputa. Ao invés de copiar as idéias alheias, o forte em sua programação é investir no jornalismo e na cobertura esportiva. Já a Rede TV está lá, mas pelo visto ainda ninguém notou que ela existe.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt; Assim sendo, o panorama não é muito otimista para &lt;st1:metricconverter productid="2008. A" st="on"&gt;2008. A&lt;/st1:metricconverter&gt; política do “Pão e Circo” persiste calando milhões de telespectadores que são alimentados e entretidos com a mais chula das programações. Bom, pelo menos deste modo, segundo os romanos, os problemas da vida são deixados de lado, diminuindo as chances de revolta. Mas isto é tema para outro post. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-4762746680652819187?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/4762746680652819187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=4762746680652819187' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4762746680652819187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4762746680652819187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/caos-na-tv-aberta-por-luiz-otvio-tal.html' title='Caos na TV Aberta (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8674048265765627297</id><published>2008-01-19T07:10:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:59.456-08:00</updated><title type='text'>Pérolas Socias que saem nos jornais (por Raphael Paradella)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5IUtEmSF9I/AAAAAAAAADI/XL2Jtnm-DSs/s1600-h/vale.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157207287853619154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5IUtEmSF9I/AAAAAAAAADI/XL2Jtnm-DSs/s400/vale.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Matéria publicada no jornal O Globo de 06/12/07&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Transcrição da matéria&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nova polêmica das marcas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calçadista quer processar Vale, mas não tem logotipo registrado&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;em&gt;Paola de Moura&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;Depois de prever um investimento de US$50 milhões para divulgar sua nova marca, a Vale se deparou com uma ameaça de processo judicial de uma pequena empresa de calçados de Franca, a Vitelli. A indústria anunciou que entraria com uma ação contra a mineradora por semelhança de logomarcas. Mas a ameaça pode ser vazia. Uma rápida pesquisa no banco de dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) mostra que, apesar de o pedido de registro ter sido feito há cinco anos, a marca da Vitelli ainda não foi aceita oficialmente, porque há registro de outra marca Vitelli do setor de calçados no órgão. Além disso, segundo especialistas do instituto, as atividades fins da Vale e da Vitelli são distintas. Quando os técnicos do INPI analisam um pedido de registro, olham não somente o nome, mas o design da marca e até como ela soa verbalmente. Normalmente são rejeitadas quando são consideradas de setores afins. As duas logomarcas têm formato de cone e o verde predominante. A nova marca da Vale foi lançada dia 29 e criada pela empresa americana Lippincott Mercer e por sua parceira no Brasil, a Cauduro Martino. Especialistas enxergaram semelhanças entre as marcas da Vale e do banco ABN Amro Real. Também foi a dupla Lippincott Mercer e Cauduro Martino que desenvolveu o logotipo do Banco Real, em 1998, após a venda para o holandês ABN. O logotipo foi estendido ao ABN no mundo.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8674048265765627297?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8674048265765627297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8674048265765627297' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8674048265765627297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8674048265765627297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/prolas-socias-que-saem-nos-jornais-por.html' title='Pérolas Socias que saem nos jornais (por Raphael Paradella)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5IUtEmSF9I/AAAAAAAAADI/XL2Jtnm-DSs/s72-c/vale.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-1091160948545298342</id><published>2008-01-18T19:01:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:15:59.723-08:00</updated><title type='text'>Pérolas Sociais que saem nos Jornais (por Raphael Paradella)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5FoQUmSF8I/AAAAAAAAADA/kJgdSHNN-tA/s1600-h/poste.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157017677932402626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5FoQUmSF8I/AAAAAAAAADA/kJgdSHNN-tA/s400/poste.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Matéria divulgada pelo jornal "Hoje em Dia" de 14/12/2004&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-1091160948545298342?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/1091160948545298342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=1091160948545298342' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1091160948545298342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/1091160948545298342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/prolas-sociais-que-saem-nos-jornais.html' title='Pérolas Sociais que saem nos Jornais (por Raphael Paradella)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5FoQUmSF8I/AAAAAAAAADA/kJgdSHNN-tA/s72-c/poste.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-7193387033536550840</id><published>2008-01-18T18:30:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:16:00.174-08:00</updated><title type='text'>Moda: uma questão de economia, personalidade ou futilidade?! (por Raphael Paradella)</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5Fhm0mSF6I/AAAAAAAAACw/ifS0i-bJ7Nc/s1600-h/PA0300261.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157010367898064802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5Fhm0mSF6I/AAAAAAAAACw/ifS0i-bJ7Nc/s320/PA0300261.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dizem que a arte é a expressão dos sentimentos do artista. Sendo assim, por que considerar a moda como futilidade, se a forma de se vestir e de se comportar é uma manifestação particular que identifica o indivíduos como integrante de uma certa época, de um certo grupo social, de uma certa profissão, dentre outras particularidades. Se fosse assim, qualquer tipo de manifestação cultural seria considerada como algo sem grandes valores. "Se uma pessoa quer saber a identidade de um povo, pode notar seus costumes, roupas e sua comida. A moda define a identidade de um povo", afirmou o estilista brasileiro Ronaldo Fraga, formado em estilismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado em renomadas escolas de moda de Londres e Nova York.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os Homens a princípio se cobriam com peles e folhas para se protegerem do clima, e com o decorrer do tempo essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status, assim como meio de comunicação do indivíduo com o mundo. Na época Bizantina, por exemplo, dava-se valor às roupas na cor roxa, pois estas derivavam de um pigmento muito raro que só a nobreza tinha condições em adquirir. Já os mais pobres usavam roupas na cor azul, feita com úréia, por isso era de fácil acesso. Nos dias atuais, a roupa muitas vezes ainda está associada pradigma de status, mas o mercado atual da moda prova que cada vez mais as pessoas têm a liberdade de escolherem o que mais combina com seu estilo, independente de classe social. Os exageros atingem muita gente que gasta riquezas como objetivo de "estar bem vestida", quando na verdade, vestir-se bem dispensa quantias fabulosas. Afinal, quem nunca se pegou revirando os baús dos avós, ou até mesmo em brechós, procurando assessorios que podem ser adaptados à sua identidade visual?!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A moda hoje é despadronizada (diferente da produção em massa da década de 50) e oferece através de um amplo leque de modelos e versões, infinitas escolhas que nos possibilitam retirar elementos de um determinado "modelo" e encorporá-los em nossa própria natureza. Resumindo, o império da moda, caminha pra longe da uniformização dos comportamentos e ao lado da personalização dos indivíduos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Uma questão de cultura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5FiTkmSF7I/AAAAAAAAAC4/nuRbvI0VJOM/s1600-h/PA040089.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157011136697210802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5FiTkmSF7I/AAAAAAAAAC4/nuRbvI0VJOM/s320/PA040089.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na forma de vestir é que ficam claros os estilos, as etnias, personalidades, modo de pensar e viver. As roupas também serviram, durante anos, como esteriorização do viver de cada um, por exemplo, na década de 60 e 70 os hippies transmitiam toda a paz e amor por cores alegres e estampas floridas, demonstrando sensibilidade, romantismo, descontração e bom humor. A arte e técnica do vestuário foi aperfeiçoada com o tempo, fazendo com que o mercado de trabalho se tornasse cada vez mais amplo, dando oportunidade de emprego a milhares de pessoas nesse setor e movimentando a economia mudial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Está mais do que na hora das pessoas entenderem que um setor que movimenta milhões, em qualquer unidade monetária, e que cresce cada vez mais em proporções internacionais, não pode ser denominado banal. A indústria da moda inclui, mais do que meninas bonitas e anoréxicas servindo de cabide, mas sim uma grande diversidade de atividades econômicas, que vai da criação de modelos de roupa (design de moda) personalizados ou produção de vestuário em série, até programadores visuais e especilistas de marketing. Nas modernas sociedades consumistas, em que vivemos atualmente, esta indústria constitui um fenômeno complexo e de grande importância, tanto a nível da psicologia social como a nível econômico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A moda é um segmento em ascenção, como o exemplo do mercado nacional. Com as mudanças nas leis de importação/exportação, o Brasil teve seus maquinários da industria têxtil, bem como de outros setores, totalmente reformados para atender à demanda. As marcas e estilistas ganharam espaço na mídia quando o consagrado São Paulo Fashion Week têm os desfiles transmitidos ao vivo pelos canais de TV a Cabo e pela internet, além de ser destaque em revistas e jornais. "A moda gera empregos, movimenta mercados e revela profissionais. Nos últimos seis anos o Brasil firmou sua identidade na moda e as pessoas passaram a notar que ela pode e deve ser aprendida na escola, como uma formação superior", confirmou Ronaldo Fraga em sua aula inaugural do curso superior de moda da Centro Universitário Jaraguá do Sul (Unerj). Isto, inclui todo tipo de profissional que de alguma forma está envolvido no mundinho fashion, que de pequeno e restrito não tem nada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, o setor "modelístico" se enquadra perfeitamente nos padrões de vida de uma sociedade de consumo como a nossa, afinal o que são os desfiles de moda, se não uma belíssima jogada de marketing. Não é exagero, pois cada assessório apresentado está munido de todo um simbolismo, dado pela ambientação do local, estilo musical, cores e formas, visando atender os desejos do público alvo. Isso se reflete também nas vitrines de shoppings, nos catálogos, nas revistas, nos outdoors etc. A moda funciona como um veículo de comunicação tão poderoso, que é capaz até mesmo de realizar campanhas solidárias, como as camisetas do câncer de mama, e em alguns casos arrecadar mais do que, por exemplo, um show beneficente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-7193387033536550840?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/7193387033536550840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=7193387033536550840' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7193387033536550840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/7193387033536550840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/moda-uma-questo-de-economia.html' title='Moda: uma questão de economia, personalidade ou futilidade?! (por Raphael Paradella)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5Fhm0mSF6I/AAAAAAAAACw/ifS0i-bJ7Nc/s72-c/PA0300261.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-4345408792332264209</id><published>2008-01-18T10:24:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T04:59:59.691-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Closer - Perto Demais; Mike Nichols'/><title type='text'>Do Baú das Traças (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.partesdesign.com.br/ms/junho_2007/img/closer.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.partesdesign.com.br/ms/junho_2007/img/closer.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Com o intuito de discutir e resgatar filmes que tiveram uma linguagem única dentro do cinema recente, criei esta coluna para que, de tempos em tempos, possamos analisar com mais calma e cautela a estética de diretores renomados. Muita coisa falsa é vendida nas campanhas de divulgação de qualquer filme, portanto, rediscutir uma obra é ponderar aquilo que de fato ecoou através do tempo. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Na estréia da coluna uma comparação estética entre os filmes de Mike Nichols. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;br /&gt;Teatro no Cinema&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt; O Cinema sabe como poucos entreter e divertir – acredito que apenas a televisão o supere neste sentido. Entramos numa sala escura e ficamos estatelados com todas aquelas imagens e sons, que parece nos sugar para dentro da tela. O problema é que depois de duas horas de projeção o filme acaba e voltamos para nossa vida medíocre. É esta a função do cinema? Bom, se levarmos em conta boa parte da produção apresentada atualmente, não teremos dúvidas de que a indústria cinematográfica visa unicamente nos entreter com fórmulas ultrapassadas e previsíveis. Contudo, ainda é possível encontrar um cinema capaz de atingir a alma do espectador, falando de segredos tão íntimos, que só estando imerso na trama para compreendê-los. Neste sentido, a estética de Mike Nichols tem se aprimorado ao longo dos anos ao propor um mergulho muito mais profundo, indo além daquilo que, aparentemente, é nos dado.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p class="MsoNormal"&gt; Esta característica do diretor se dá graças a sua experiência nos palcos como diretor teatral. Seus filmes são dotados de uma angústia incomum ao mesmo tempo em que são pontuados por um humor negro afiado. É isto o que se percebe em “Closer – Perto Demais” (2004), um olhar intimista na vida de dois casais que se envolvem num jogo de traições em que ninguém sabe ao certo a verdade sobre o outro. São quatro estranhos que julgam se conhecer.&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt; O filme começa com a imagem de Alice (Natalie Portman), uma stripper, caminhando com o olhar perdido em meio à multidão de transeuntes na rua. Acompanhando Alice, a câmera se movimenta freneticamente, criando uma certa tensão, logo percebida pelo espectador. Do outro lado encontra-se Dan (Jude Law), um escritor insignificante, que caminha em sentido contrário. Um encontro, como insinua a objetiva, é inevitável. Mas é claro que esta colisão não terá intensidade. Por mais tempo que se passe, mais se encontrarão distanciados Dan e Alice, como que caminhando entre estranhos pelas ruas de Londres.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;O título nacional, Perto Demais, seria uma ironia. Os personagens acreditam estarem tão próximos uns dos outros, que são incapazes de enxergar a verdade, que só vem à tona com a entrada em cena de um outro casal. A fotógrafa Anna (Julia Roberts), sente forte atração por Dan, contudo prefere barrar este sentimento e se entregar ao médico Larry (Clive Owen). O romance só é verdadeiro da parte dele, mas mesmo assim ela insiste, o que acaba gerando o clímax do longa.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Dan, Alice, Larry, Anna... Todos se envolvem em um ciclo de agressões mútuas que acabam deflagrando a verdade: tudo apresentado aos olhos do espectador é uma mentira, todas as emoções são forjadas. O filme em si é um paradoxo. Os diálogos fortes, carregado de palavrões, é a única intimidade compartilhada pelos personagens. No fim volta-se ao ponto de partida: cada qual como estranho caminhando por entre iguais. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;O filme é um soco no cérebro de quem o assiste, contudo não é a primeira vez que Nichols leva às telas a intimidade de casais. Logo em sua estréia na telona, adaptou a peça teatral de Edward Albee, “Quem Tem Medo de Virginia Woolf” (1966), este mais intenso do que Closer. Dois anos depois, o diretor realizou o clássico “A Primeira Noite de Um Homem” (1968), imortalizando Anne Bancroft na pele de Mrs. Robinson. Aqui a tensão é maior por se tratar de um triângulo amoroso. &lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;Enfim, quando se fala &lt;st1:personname productid="em Mike Nichols" st="on"&gt;em Mike Nichols&lt;/st1:personname&gt;, pensa-se em cinema de qualidade. Seus filmes, de um modo geral, estão recheados de segredos que vão sendo revelados aos poucos. No fim, como não poderia deixar de ser, todos estão mudados (numa boa peça nunca os personagens terminam da mesma forma que começaram). Os segredos já foram revelados e eles não têm mais com o que se defender. Tudo é uma sensação de desconforto. Ao mesmo tempo em que eles descobrem que apenas se possuem e que todas as mentiras foram criadas para que permanecessem inseparáveis.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-4345408792332264209?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/4345408792332264209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=4345408792332264209' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4345408792332264209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4345408792332264209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/do-ba-das-traas-por-luiz-otvio-tal.html' title='Do Baú das Traças (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-4436601356304595142</id><published>2008-01-18T06:22:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:16:00.331-08:00</updated><title type='text'>O Fator X (por Raphael Paradella)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5C4fkmSF4I/AAAAAAAAACg/3D3tU7iEiNw/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156824425878919042" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 297px" height="233" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5C4fkmSF4I/AAAAAAAAACg/3D3tU7iEiNw/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" width="212" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual administrador de empresas nunca sonhou em “receber telefonemas inesperados de novos clientes”, ao invés de buscá-los? Ou quem sabe estabelecer “um acordo trabalhista de quinze anos com ganhos de produtividade na casa dos dois dígitos”? Simples mudanças na maneira de encarar as coisas e de adotar posturas empresariais podem alavancar resultados extraordinários. Pensando nisso, “O Fator X”, de Ross R. Reck, sem duvida é uma literatura essencial para os administradores que querem mais do que “sobreviver num mercado competitivo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Phil Ross, um gerente competente com o sonho de se tornar um dia presidente da companhia em que trabalha, que mesmo participando de workshops, congressos, lendo revistas especializadas ainda não compreende o significado da administração de empresas. Contudo, o personagem não busca por respostas simplórias e nem traduções literais do termo, mas sim por um sistema de gestão que realmente faça a diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao realizar uma pesquisa com consultores administrativos Phil se depara com a mesma frustração ao receber respostas vagas e que não dão conta de suas indagações internas. Contudo, em uma noite, ao assistir o noticiário se deparou com uma entrevista com um empresário chamado Sam Wharton que conseguiu tirar a empresa da eminente falência e colocá-la bem posicionada no mercado, por meio do “Fator X”. A partir disso, Phil busca encontrar-se com Sam e desvendar os “segredos” do “Fator X”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio de uma parábola de fácil leitura e de exemplos cotidianos, Ross Reck apresenta um novo sistema de gestão baseado no relacionamento e na superação de expectativas das pessoas envolvidas no processo produtivo (desde colaboradores até clientes). É um estímulo à mudança de postura dos gestores, que muitas vezes ainda estão atrelados a antiga ordem de mercado em que “eu mando e eles trabalham, eu vendo e recebo o lucro”. O sistema proposto é uma visão mais humanista do processo que envolve fatores psicossomáticos iseridos em uma rede de produção integrada e sintonizada nos mesmos objetivos. Enfim, o livro busca mostrar “como extrair resultados extraordinários de pessoas comuns”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;PS: Ross R. Reck obteve seu Ph.D. pela Michigan University em 1977. Entre 1975 e 1985 foi professor de Administração na Arizona Satate University, época em que recebeu importantes prêmios de excelência no ensino. Depois de deixar a universidade, tornou-se autor, consulto e palestrante de renome internacional. Entre seus clientes estão empresas e organizações como a hewlett-packard, a American Express e a Xerox.&lt;br /&gt;(mini currículo retirado do próprio livro).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-4436601356304595142?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/4436601356304595142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=4436601356304595142' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4436601356304595142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/4436601356304595142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/o-fator-x-por-raphael-paradella.html' title='O Fator X (por Raphael Paradella)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R5C4fkmSF4I/AAAAAAAAACg/3D3tU7iEiNw/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-346085903677277442</id><published>2008-01-17T11:24:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T05:00:16.569-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar 2008; O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias'/><title type='text'>Brasil Rumo ao Oscar (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://entreteniminas.files.wordpress.com/2007/10/oano.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px;" src="http://entreteniminas.files.wordpress.com/2007/10/oano.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Esta semana a A.M.P.A.S., Academia das Ciências e das Artes Cinematográficas, mais conhecida como Oscar, divulgou a lista dos nove finalistas para a categoria de melhor filme estrangeiro. A surpresa foi a ausência de filmes tidos como favoritos pelos críticos, o que aumenta as chances do Brasil na disputa com o longa de &lt;st1:personname productid="Cao Hamburger" st="on"&gt;Cao Hamburger&lt;/st1:personname&gt;, “O Ano que Meus Pais Saíram de Férias”. &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Ficaram de fora a animação francesa “Persépolis”, de Marjane Strapi, adaptação da HQ da autora sobre os costumes islâmicos, o romeno “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias" de Cristian Mungiu, que narra o drama de duas mulheres em paralelo a queda do comunismo e o espanhol “O Orfanato” de Juan Antonio Bayona, &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;suspense que conta com a produção do badalado Guillhermo del Toro (O Labirinto do Fauno). &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;O fato é que dessa vez os críticos erraram em suas previsões, mesmo tendo Jacqueline Bisset, membra da Academia, ter declarado que adorou o filme brasileiro e que ele tinha grandes chances de ser indicado. O buzz em cima das outras grandes produções mundiais fez com que “O Ano que Meus Pais Saíram de Férias” fosse esquecido até mesmo pelos brasileiros, que lotaram as salas de cinema no país para verem Capitão Nascimento e sua trupe em “Tropa de Elite”, de José Padilha.&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Considerando os vencedores desta categoria nos últimos anos, o filme de Hamburger sai na frente. Com uma estética argentina-européia, temas como judaísmo, busca de identidade e conflitos políticos permeiam a trama. “As férias” do título se referem ao período em que um garoto passa a ser criado pelos avós, enquanto os pais sofrem com as perseguições políticas. &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;     &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Nove anos depois de “Central do Brasil” ter sido indicado na categoria, o Brasil está mais perto de uma nova indicação e quiçá uma possível vitória. O anúncio dos indicados ao Oscar acontece no próximo dia 22 de janeiro e a cerimônia está prevista para ser transmitida no dia 24 de fevereiro, se o sindicato dos roteiristas permitirem. &lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;       &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;Segue a lista dos filmes pré-selecionados:&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: left;"&gt;                   &lt;/div&gt; &lt;p style="text-align: left;" class="MsoNormal"&gt;“The Counterfeiters” (Austria)&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;“The Year My Parents Went on Vacation” (Brasil)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Days of Darkness” (&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:country-region st="on"&gt;Canada&lt;/st1:country-region&gt;&lt;/st1:place&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Beaufort” (&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;st1:country-region st="on"&gt;Israel&lt;/st1:country-region&gt;&lt;/st1:place&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Unknown” (Italia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mongol” (Cazaquistão)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Katyn” (Polônia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;st1:metricconverter productid="12”" st="on"&gt;12”&lt;/st1:metricconverter&gt; (&lt;st1:country-region st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;Russia&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:country-region&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The Trap” (Sérvia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-346085903677277442?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/346085903677277442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=346085903677277442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/346085903677277442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/346085903677277442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/brasil-rumo-ao-oscar-por-luiz-otvio-tal.html' title='Brasil Rumo ao Oscar (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-3557868738036603145</id><published>2008-01-17T09:30:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:16:00.545-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Playboy; Letícia Carlos'/><title type='text'>O Sexo no Papel (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R4-VDUmSF3I/AAAAAAAAACY/3SsREjBbvSQ/s1600-h/let%C3%ADcia.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R4-VDUmSF3I/AAAAAAAAACY/3SsREjBbvSQ/s320/let%C3%ADcia.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156503982663931762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A estação mais quente do ano, além do sol, mar e dos corpos sarados desfilando nas areias, trás também as mudanças inesperadas de temperatura. Fenômenos já manjados, como o “La Niña”, influenciam todo o clima tropical e despeja em terras tupiniquins uma incidência de chuvas fora do comum, provocando enchentes e acidentes ecológicos. E é neste clima de inconstância térmica, que os leitores da revista Playboy recebem a edição de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há cerca de dois anos a desculpa foi lançada pelos editores da revista e, embora não tenha convencido, já é a resposta padrão: “janeiro é um mês morto”. No entanto, este mês moribundo já conheceu dias melhores. O problema não está em colocar uma desconhecida na capa, mas sim em falta de honestidade. Seria muito mais justo para com o leitor uma coelhinha como estrela, intitulada musa do verão, como acontecia há dez anos atrás, do que um gancho que desmereça os 33 anos da publicação. Anelize Lopes (janeiro de 96), Paula Melissa (janeiro de 97) e Solange Frazão (janeiro de 99), contudo, viraram lenda em meio ao mundo comercial. Tudo isto sem desmerecer a beleza da morena Letícia Carlos, que é a típica brasileira, um violão digno de se dedilhar as melhores melodias. Original de fábrica, a morenaça tem tudo no lugar: uma bunda capaz de deixar sóbrio o mais embriagado dos alcoólatras, seios na medida exata como se apontassem para o horizonte e uma depilação generosa para aqueles que reclamaram do recato nas poses de Juliana Knust.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema está justamente no modo como Letícia foi apresentada aos leitores. Logo na chamada de capa a primeira decepção: “Letícia, a namorada que todo craque queria”. Ora, já não fazem mulheres como antigamente. A moça se sujeitou a um título tão medíocre que se vangloria em ser mais uma “maria-chuteira”. E mesmo neste caso ainda há controvérsias, uma vez que o jogador em questão é conhecido por não gostar da fruta. Teria sido muito mais honesto alçá-la ao posto de musa do verão, mesmo tendo no currículo este curioso affair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos técnicos o ensaio surpreende pela beleza, começando logo pela capa. As fontes não incomodam e o fundo branco serve para realçar ainda mais a beleza da morena, ao mesmo tempo em que presta uma homenagem à revista dos anos 80. Mérito também do fotógrafo J.R. Duran, que parece estar inspirado neste ano de 2008. A única exceção é a foto em que Letícia segura um troféu embaixo das pernas. Uma foto de extremo mau gosto e que não transmite nenhuma sensualidade. Destaco também o cuidado com as locações de Bruno Geraldini. A escolha de um hotel desativado, logo rústico, contrasta muito bem com o biótipo da modelo. As fotos prediletas são as da página 81, em que a moça engatinha completamente nua sob um emaranhado de colchões, e a da página 85, muito parecida com uma do ensaio da Tiazinha (Março de 99) em virtude da peruca fake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, uma edição genuinamente brasileira, com mais duas modelos nacionais nos ensaios internos: a gaúcha Jéssica Borges, que já havia sido coelhinha na edição de novembro de 2002 e a pernambucana Sasckya Porto, descoberta por Hugh Hefner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas mulheres e o grande mérito da edição, no entanto, foi parar nas mãos das matérias e entrevistas, começando pelo grande bate-papo com Martinho da Vila. De cigarro na mão, camisa desabotoada e aquele sorriso característico, o sambista é de uma franqueza ímpar ao longo de sete páginas. Confessa o descontentamento com as escolas de samba, que estão a cada ano mais comerciais, optando pelo previsível ao invés de valorizarem a originalidade do passado, e também não se mostra hipócrita ao falar de desafetos no mundo da música, casos com bebida e em admitir que, mesmo insatisfeito com o samba pode aparecer na avenida em fevereiro, afinal de contas “todo malandro é malandro e todo mané é mané”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os artigos e reportagens me rendo mais uma vez ao texto hipnótico de Ivan Lessa. Apesar de ser a coluna com o menor índice de leitura da publicação, é a primeira que leio todos os meses. Outro dia até comentei numa mesa de bar, entre uma cerveja e outra, que estou ficando cada dia mais sarcástico graças ao mestre Ivan. Jornalista, ele vê o mundo a partir de Londres, enquanto eu ainda vejo o mundo por meio do próprio umbigo. No entanto, um dia chego lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de um grande mico, publicarem uma matéria sobre o rali Paris-Dacar em um ano que o torneio foi cancelado, a retrospectiva 2007 é de encher os olhos. Desde o design caprichoso de Thaís dos Anjos à grande sacada de ironizar Latino e Fani – num ano de vacas magras eis os destaques – como colunistas. Em suma, o bom humor é fundamental para relembrarmos momentos que não são dos mais agradáveis: corrupto que se vangloria da impunidade, um presidente que faz cartilha de sua ignorância, um folhetim que apela para o sensacionalismo barato a fim de incrementar a audiência, dentre tantos outros problemas. Esse é o Brasil e como diria todo filho da pátria, para não dizer outra coisa, vai indo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, vale lembrar o que a taróloga, Fátyma de Moraes, profetizou na página 30 da seção “Happy Hour”: “A Rainha de Espadas mostra uma atriz soberana e estrategista, que mudará de planos e irá aceitar o convite em 2008. Propostas já foram efetuadas e não aceitas. O contrato será assinado em abril”. Pois então, cruzem os dedos amiguinhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No próximo mês respiro aliviado com Mônica Carvalho na capa. Até lá!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-3557868738036603145?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/3557868738036603145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=3557868738036603145' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3557868738036603145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/3557868738036603145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/micos-de-vero-por-luiz-otvio-tal.html' title='O Sexo no Papel (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R4-VDUmSF3I/AAAAAAAAACY/3SsREjBbvSQ/s72-c/let%C3%ADcia.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8988555613006831758</id><published>2008-01-16T16:36:00.000-08:00</published><updated>2008-12-09T13:16:00.770-08:00</updated><title type='text'>Carpe Dien (por Raphael Paradella)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R46kDUmSFpI/AAAAAAAAAAc/FPTolDxDGIU/s1600-h/hayley_beach_reading.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5156239000361637522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R46kDUmSFpI/AAAAAAAAAAc/FPTolDxDGIU/s320/hayley_beach_reading.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Praia, sol, calor, festas e corpos a mostra... chegou o verão. Todo mundo adora esse período do ano em que o sol se reafirma como o astro rei. Contudo, e notável o sofrimento que antecede a estação, não pelo frio, mas pela busca do “corpo perfeito”. Fator que acaba por provocar uma literal correria nas academias de ginástica. Segundo o Diário Online a busca por programas de exercícios cresce cerca de 20% a 50% de outubro a março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos atualmente em uma sociedade em que o culto ao corpo se torna praticamente inevitável. Alteres e barras norteiam os pensamentos masculinos, enquanto a eterna luta contra as celulites ganha grandes proporções entre as mulheres. Entende-se ser intrínseca ao ser humano a necessidade de pertencimento social, contudo, o que vemos é um medo exacerbado de se cair nas “más línguas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, o olhar de outras pessoas vale mais do que o auto-reflexo positivo que existe no ser. Fator este que se esconde atrás de expressões demagogas do tipo: “Tenho noção de que não posso colocar um biquíni”. Que embora a princípio pareça uma atitude louvável e de bom senso, acaba por reforçar uma auto-restrição e um preconceito social em relação aos que adotam tal postura. Afinal quantas vezes ouvimos frases do tipo: “Olha o corpo daquela mulher, como ela pode usar esse biquíni”, que precede ou antecede a citação anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos diante de uma cadeia invisível em que para o “corpo perfeito” quase tudo e permitido enquanto a restrição invade a vida dos pobres mortais. É hora de começarmos a viver sem se importar tanto com as aparências, que muitas vezes enganam nossos olhos, e começarmos a curtir a vida como ela merece ser vivida. A música de Lulu Santos reflete muito esse pensamento de liberdade interior afinal, “deixe que digam, que pensem, que falem. Deixe isso pra lá, vem pra cá, o que e que tem?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auto-aceitação é o primeiro passo para curtir a estação mais esperada do ano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8988555613006831758?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8988555613006831758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8988555613006831758' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8988555613006831758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8988555613006831758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/carpe-dien-por-raphael-paradella.html' title='Carpe Dien (por Raphael Paradella)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rQIKRf0g9sI/R46kDUmSFpI/AAAAAAAAAAc/FPTolDxDGIU/s72-c/hayley_beach_reading.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-782655437866717754.post-8652313326862405087</id><published>2008-01-15T18:11:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T05:01:02.634-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O homem e a escrita; era digital'/><title type='text'>Da escrita ao Digital (por Luiz Otávio Tal)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.corriere.it/Hermes%20Foto/2005/03/24/E-Book%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.corriere.it/Hermes%20Foto/2005/03/24/E-Book%5B1%5D.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span&gt;A &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;ecrita nasceu da necessidade que o homem tinha em desafiar a natureza. Desde sempre, ele procurava caminhos que o libertassem dos arreios impostos pelo ambiente natural. Assim, existe uma continuidade ligando o domínio do fogo, a invenção da lâmpada e o advento da televisão e do computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O digital, então, nada mais é do que uma evolução da escrita. Ao ler o receptor transpassa o texto a fim de torná-lo coerente à sua realidade, uma vez que o conteúdo textual tende a ganhar forma sob diferentes perspectivas, em que cada indivíduo o conecta a signos particulares. A leitura não possui o domínio sobre o "eu", atuando somente como um mecanismo de reativação das mensagens. Do mesmo modo, se processa o hipertexto, que nada mais é do que uma evolução do modo de organizar a leitura, redefinindo a cognição. A grande diferença é que as redes digitais alargam a agama de signos disponíveis, movimentando o texto e agilizando sua efemeridade. A saída, então, não é entender as vantagens e desvantagens do meio, mas seim procurar enxergar o que está além.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/782655437866717754-8652313326862405087?l=blogjanela.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://blogjanela.blogspot.com/feeds/8652313326862405087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=782655437866717754&amp;postID=8652313326862405087' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8652313326862405087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/782655437866717754/posts/default/8652313326862405087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blogjanela.blogspot.com/2008/01/da-escrita-ao-digital-luiz-otvio-tal.html' title='Da escrita ao Digital (por Luiz Otávio Tal)'/><author><name>A Janela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06588976442062078765</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://bp3.blogger.com/_rQIKRf0g9sI/R41cikmSFnI/AAAAAAAAAAM/QixYXWF5BSM/S220/imagem+blog.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
